<rss version="2.0"><channel><title>Bate Bate Coração Notícias</title><item><title><![CDATA[APPPCDI nas festas do bodo em Pombal.]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=83d291c7-3d86-4c4d-9d07-37638d10792f#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>17-07-2009</b><br /><p>No seguimento da Campanha Bate Bate Coração, a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemaker e CDI's em colaboração com a Câmara Municipal de Pombal vai levar a cabo, integrado nas Festas do Bodo daquela cidade, um rastreio de tensão arterial e controlo analítico da glicémia (diabetes) nos dias 24, 25, 26, 27 de Julho.<br />
</p>
<p>
Além das equipas de Enfermagem, estarão também presentes um Cardiologista e um Técº. de Cardiopneumologia para esclarecimento da população sobre temas relacionados com doenças cardiovasculares nomeadamente arritmias. O referido rastreio terá lugar no interior da entrada principal do edifício da Câmara Municipal.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Bate Bate Coração na Benfica TV]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=ba99c10e-a150-4e8f-b122-b90cdc172022#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>20-06-2009</b><br /><div class="dp100">
<p>CORAÇÃO DE DR. CARLOS MORAIS POSTO À PROVA!</p>
</div>
<div class="clear"> </div>
<div class="dp33"><img height="275" width="220" alt="Dr. Carlos Morais no estúdio da Benfica TV" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/DSCI0008.jpg" /></div>
<div class="dp66">
<p>A campanha Bate Bate Coração recebeu um convite para participar no programa "em linha", no canal Benfica TV. O programa foi para o ar, em directo, no dia 5 de Junho de 2009. No meio de tantas surpresas que surgiram ao longo da campanha, este convite foi mais uma, em que se conseguiu ter como aliado um "canal desportivo" e fazer passar a mensagem da campanha com uma publicidade acrescida às iniciativas da recta final da primeira fase da campanha, nomeadamente, a primeira caminhada Bate Bate Coração, durante hora e meia, em directo e com chamadas telefónicas dos espectadores. Foi uma experiência única.</p>
<p>Por outro lado, foi uma forma de saber até que ponto o Dr. Carlos Morais estava de coração... um sportinguista em ninho de águia... em directo?! ... Aguentou-se e mostrou até onde pode ir o seu estoicismo e luta pelo projecto que abraçou.</p>
<p>V. Chambel</p>
</div>
<div class="clear"> </div>
<div class="dp100"><img height="140" width="220" alt="Dr. Carlos Morais e Dr. Chambel na Benfica TV" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/DSCI0009.jpg" /> <img height="140" width="220" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/DSCI0010[1].jpg" alt="Dr. Carlos Morais e Dr. Chambel na Benfica TV" /></div>
<div class="clear"> </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Jantar concerto com Carlos do Carmo]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=7cb57d1b-ba4f-4b81-b11e-56a32e4f72a6#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>19-06-2009</b><br /><p><img height="155" width="200" style="margin: 0pt; padding-top: 0pt; padding-right: 5px; padding-left: 0pt; padding-bottom: 15px ! important;" alt="Carlos do Carmo" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/20090618_0293.jpg" /><br />
</p>
<p>A campanha Bate Bate Coração organizou ontem o jantar-concerto com o fadista Carlos do Carmo.  O concerto começou com uma sentida interpretação do poema de Alexandre O´Neill: "Gaivota".</p>
<p>Este jantar encerrou a primeira fase da campanha Bate Bate Coração e serviu de mote para umas pequenas e  merecidas férias.</p>
<p>Em Setembro já estaremos de novo na "estrada" para dar continuidade a este projecto de divulgação e   sensibilização da população em geral para as arritmias cardíacas.</p>
<p>
<table cellspacing="4" cellpadding="4" border="0" align="" summary="">
    <tbody>
        <tr>
            <td style="width:200px"><img height="155" width="200" alt="Convívio durante o jantar" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/20090618_0149.jpg" /></td>
            <td><img height="155" width="200" alt="Convívio durante o jantar." src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/20090618_0139.jpg" /></td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Aveiro: Hospital precisa de nova sala para cirurgias - Diário de Aveiro]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=28b109d1-bb05-4a73-9eaf-485aae567c00#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>14-06-2009</b><br /><p>NO DIA MUNDIAL DO RITMO CARDÍACO, O CHEFE DA CARDIOLOGIA DO HOSPITAL DE AVEIRO DEFENDEU QUE A COLOCAÇÃO DE PACEMAKERS JUSTIFICA UMA NOVA SALA</p>
<p>O chefe da Cardiologia do Hospital de Aveiro, José António Nobre, disse ontem ao Diário de Aveiro que a implementação de pacemakers é um serviço que justificaria uma nova sala para aquelas cirurgias. Desde 1998 que o Hospital presta aquele serviço com regularidade, necessitando de um ambiente esterilizado. Até agora, a falta de disponibilidade permanente de uma sala para aquela intervenção tem sido “superada com a ocupação de tempos vazios” das salas do bloco operatório.</p>
<p>O pacemaker é uma solução de último recurso para os portadores de arritmia, sendo gratuita nos hospitais do Sistema Nacional de Saúde.</p>
<p>A declaração daquele médico foi feita no dia em que esteve instalada no hall de entrada do hospital uma banca informativa sobre arritmias cardíacas. O Dia Mundial do Ritmo Cardíaco foi assinalado ontem através da campanha “Bate, Bate Coração – sinta o seu ritmo”, que promoveu a “maior iniciativa nacional de sensibilização sobre as arritmias cardíacas” através de bancas informativas instaladas em 10 hospitais nacionais, incluindo o Infante D. Pedro, de Aveiro.</p>
<p>A campanha foi promovida pelo Instituto Português do Ritmo Cardíaco, Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI’s.</p>
<p>Durante todo o dia, dois voluntários, apoiados por técnicos de saúde e médicos, distribuíram informação e ensinaram a medir o ritmo cardíaco, entre outros aspectos ligado àquele problema de saúde. Foi uma acção de sensibilização para o problema nos seus diferentes aspectos, com o esclarecimento de dúvidas e partilha de testemunhos.</p>
<p>A arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências fatais, quando não tratada. Os sistemas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade.</p>
<p>Mas muitas vezes, a arritmias não provocam sintomas e, por isso, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos. A falta de informação é um dos principais factores que pode levar á morte inesperada, repentina e não acidental, conhecida como morte súbita.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Coordenador Nacional apresenta campanha portuguesa no parlamento inglês]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=f412eec0-ebf1-404a-97f4-782ab7b587f1#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>12-06-2009</b><br /><p><img height="144" width="200" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/DrCarlosMoraisNoPI.jpg" alt="Dr. Carlos Morais no Parlamento Inglês" />A convite da Associação mundial Arrhythmia Alliance, o cardiologista Carlos Morais apresentou a campanha portuguesa “Bate, bate Coração”, numa sessão plenária sobre as arritmias cardíacas, no parlamento inglês, pelas 14h10m, no dia 8 de Junho.</p>
<p>“Este convite é o reconhecimento internacional da importância desta iniciativa portuguesa e do seu impacto no público em geral. O envolvimento dos hospitais e dos profissionais de saúde por todo o país tem sido enorme, e estamos a concentrar todos os esforços para que esta campanha possa ser divulgadas a todos os portugueses”, afirmou Carlos Morais, Coordenador Nacional da campanha “Bate, bate Coração”.</p>
<p>Esta campanha é uma iniciativa inédita em Portugal, que visa sensibilizar a população em geral para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes.</p>
<p>Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências fatais quando não tratada. Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade.</p>
<p>No entanto, muitas vezes, as arritmias não provocam sintomas, e por isso, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos. A falta de informação é um dos principais factores que pode levar à morte inesperada, repentina e não acidental, conhecida como morte súbita.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Primeira caminhada "Bate Bate Coração"]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=b4c2c371-a5b4-4e3d-b013-72656cb3888d#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>07-06-2009</b><br /><p>Mais de 200 pessoas juntaram-se a nós na Primeira Caminhada Bate Bate Coração. Um sucesso! Vieram de todo o país: do norte, centro e sul e eram de todas as idades. O ritmo convidou a amenas conversas e as duvidas que não se conseguiram dissipar entre portadores e curiosos ficaram resolvidas nas várias bancas de informação. Brevemente daremos conta com mais detalhes de tudo o que se passou nesta primeira caminhada.</p>
<p>Na secção <a href="videosefotografias.aspx">Vídeos e Fotografias</a> já pode assistir ao vídeo do telejornal de dia 6 de Junho de 2009.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[200 doentes cardíacos em caminhada - Correio da Manhã]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=1ed080fb-fc70-42c3-a36c-517f8b5d2cd4#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>07-06-2009</b><br /><p>PORTADORES DE PACEMAKER CONCILIAM PROBLEMAS DE SAÚDE COM EXERCÍCIO FÍSICO</p>
<p><img height="150" width="122" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/CMNotWeb.jpg" alt="Foto de participantes." />Cerca de 200 doentes cardíacos portadores de Pacemakers e cardioversores desfibrilhadores caminharam ontem de manhã junto ao rio Tejo, em Lisboa. A iniciativa da campanha 'Bate, Bate Coração' visa "prestar informações aos portugueses sobre o que são arritmias cardíacas e a sua gravidade" explicou o coordenador nacional da campanha, Carlos Morais.</p>
<p>Mário Gomes, um dos participantes,contou que,apesar de ter um pacemaker, continua a correr "as meias-maratonas e as maratonas" É doente cardiovascular há 12 anos, o que não o impede de correr. "Inicialmente tremi um bocadinho, como é óbvio, mas depois, com os conselhos da equipa médica, mentalizei-me de que não havia qualquer tipo de problema" afirmou.</p>
<p>Os participantes na marcha percorreram 2,2 quilómetros e fizeram algumas paragens intermédias. "Praticar exercício com moderação e adequado às limitações da pessoa é sempre benéfico" disse Carlos Morais.</p>
<p><a href="docs/CMweb.pdf">documento original</a><br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[CAMPANHA ALERTA PARA AS ARRITMIAS CARDÍACAS - Diário de Aveiro]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=70bd2066-1f82-415f-9804-a7ee442bf88b#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>03-06-2009</b><br /><h2>"Bate, bate Coração" alerta para as arritmias cardíacas</h2>
<p><img height="279" width="300" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/FotoDiário-de-Aveiro.jpg" alt="Dr. Carlos Morais, cardiologista, vai apresentar, em Londres, campanha" />A convite da associação mundial Arrhythmia Alliance, o cardiologista Carlos Morais irá apresentar a campanha portuguesa "Bate, bate Coração", numa sessão plenária sobre as arritmias cardíacas, no parlamento inglês, no próximo dia 8 de Junho, pelas 14.10 horas.</p>
<p>"Este convite é o reconhecimento internacional da importância desta iniciativa portuguesa e do seu impacto no público em geral", defende Carlos Morais, Coordenador Nacional da campanha "Bate, bate Coração"</p>
<p>De acordo com o responsável, "o envolvimento dos hospitais e dos profissionais de saúde por todo o país tem sido enorme", pelo que se estão a "concentrar todos os esforços para que esta campanha possa ser divulgada a todos os portugueses".</p>
<p>Esta campanha é uma iniciativa inédita em Portugal, que visa sensibilizar a população em geral para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes.</p>
<p><strong>Arritmia</strong></p>
<p>Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências fatais, quando não tratada Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade.</p>
<p>No entanto, muitas vezes, as arritmias não provocam sintomas e, por isso, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos. A falta de informação é um dos principais factores que pode levar à morte inesperada, repentina e não acidenta], conhecida como morte súbita.</p>
<p>Saiba mais em www.batebatecoracao.com</p>
<p><a href="/docs/DiáriodeAveiro03062009.pdf"> documento original</a> <br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Reportagem Bate Bate Coração no programa "Só Visto!" - RTP1]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=1a2579f4-7b85-4b4d-a26d-a8735e9d6b4c#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>31-05-2009</b><br /><div class="dp100">
            <div class="dp33">
                <p><span style="padding-right: 5px;">Reportagem Bate Bate Coração no programa "Só Visto!"</span></p>
            </div>
            <div class="dp66" style="height: 325px;">
                <a class="media {width:320, height:230}" href="FLVStreamingHandler.ashx?video=http://www.batebatecoracao.com:80//media/RTP1_So_Visto_31_05_2009_142027_converted.flv">RTP1 - SÓ VISTO!, 31/05/2009</a>
            </div>
        </div>
        <div class="clear">
            <br/>
            <br/>
        </div>
        <div class="dp100">
            <br/>
            <br/>
            <p>Assista também outras reportagens vídeo e algumas fotos da campanha na secção <a href="/videosefotografias.aspx">Vídeos e Fotografias</a>.</p> 
            <br/>
            <br/>
        </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[MÁRIO GOMES É UM DOS 150 MIL PORTUGUESES COM PACEMAKER - 0 homem dos dois corações - 24 Horas]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=14529d4a-22f3-4d8d-a7ce-918692425375#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>30-05-2009</b><br /><p>Apesar de ter um aparelho para controlar o ritmo cardíaco, não deixou de fazer o que mais gosta: maratonas. Divide o tempo entre o trabalho e os treinos diários</p>
<p><img height="150" width="122" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/24-Horas_30.05.2M.jpg" alt="Mário Gomes" style="margin-top: 0px;" />Não é de um só fôlego, mas Mário Gomes, de 58 anos, não precisa de muito mais para terminar uma maratona. É algo que não se pode dizer de muita gente, que mal consegue cortar a meta sem estar à beira do desmaio. E muito menos que digam que o fizeram com "dois corações". Mário ganhou a alcunha entre os amigos de corrida depois de ter colocado um pacemaker. Em Portugal, são já 150 mil os portadores. "Já conheço algumas pessoas. Quando vou a correr dizem 'lá vai o dois corações' ou 'deixa passar o homem da pilha, que agora corre mais rápido'. É tudo na brincadeira, são piadas que até caem bem", conta Mário Gomes. Há 12 anos que engrossou a lista de portugueses com pacemaker. A solução surgiu quase um ano depois dos primeiros sintomas. "Tive dois desmaios no espaço de um mês. No primeiro apercebi-me de que ia desmaiar e as pessoas no comboio ajudaram-me. No segundo senti uma má disposição e só me lembro de acordar no Hospital S. José", recorda o agora proprietário de uma lavandaria no Cacém.</p>
<h2>Não sabia o que era</h2>
<p>"Descobriram que tinha paragens de dois a três segundos durante a noite e em descanso", afirma. Nunca tinha problemas cardíacos e por isso foi com algum receio que recebeu a notícia que ia ter um pacemaker. Medos infundados que o médico depressa lhe tirou. "Quando falei com a minha mulher e os meus filhos disse logo que nem pensar. Não sabia o que era, mas quando o médico me explicou mentalizei-me". </p>
<p>Uma das primeiras coisas que disse ao especialista era que fazia maratonas. "Disse-me que podia continuar a fazer a minha vida normal. Agora até me dá mais vontade de correr. O que mais gosto de fazer são subidas". A última prova que participou foi na Malveira da Serra - 13 quilómetros a fazer o gosto ao pé. Além das duas provas que já tem marcadas, Mário ainda tem um calendário de treinos que costuma cumprir à risca. "Treino de segunda à sexta, cerca de uma hora por dia", diz. Confessa que não sabe o que teria acontecido se não tivesse colocado um pacemaker. "Nem gosto de pensar nisso", garante. Sabe que ganhou nova vida.  </p>
<h2>Viver com um alto no peito</h2>
<p>Segundo José Pereira Monteiro, Portugal gasta por ano cerca de "500 milhões de euros com as enxaquecas". "É um custo muito elevado. É uma doença que interfere com a vida social, familiar e económica, porque a pessoa perde dias de trabalho e nos primeiros episódios desloca-se às urgências, onde se fazem exames como TAC e ressonâncias magnéticas", explicou o médico, fazendo outras contas: "Isto quer dizer que todas as pessoas, quer tenham ou não enxaquecas, gastam 50 euros por ano com esta doença." </p>
<p> </p>
<p>TEXTO - ANAMAIA<br />
ana.m.maia@24horas.com.pt</p>
<p> </p>
<p> <a href="docs/24 Horas_30.05.2009web.pdf">documento original</a></p>
<p> </p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Fotos do Encontro de Amadora-Sintra já estão disponíveis!]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=630fdb39-6f31-4d04-b171-3a70cab653cf#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>22-05-2009</b><br /><p>No passado dia 20 de Maio organizamos um novo encontro Bate Bate Coração, desta feita no Auditório do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra). Como sabe bem recordar os bons momentos, colocamos online as fotografias que fomos recolhendo ao longo do encontro. Para visualizar, navegue até à secção de audiovisuais: <a href="../../videosefotografias.aspx">Vídeos e Fotografias</a>.</p>
<p> </p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Campanha Bate Bate Coração na TV]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=2a29fbfa-61cb-4984-a0bb-eee2ddc2df7d#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>21-05-2009</b><br /><p>A campanha Bate Bate Coração esteve ontem, dia 20 de Maio de 2009, na televisão. SIC e TVI fizeram reportagens sobre a campanha e alguns portadores de <em>Pacemaker</em>. Este é mais um reconhecimento do trabalho de divulgação que ao longo deste ano temos vindo a fazer. 
</p>
<p>
Para quem não teve a oportunidade de ver as peças que passaram na televisão, guardamo-las na nossa secção de audiovisuais, consulte <a href="/videosefotografias.aspx">Vídeos e Fotografias</a>.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[António Sala entrevista Dr. Carlos Morais]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=fb65c9ed-9b9d-4e1a-b329-22c5413cd3ac#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>19-05-2009</b><br /><p><strong>No mês do Coração…</strong></p>
<p><strong>António Sala convida…</strong></p>
<p><strong>Um Cardiologista! </strong><br />
</p>
<br />
<p>Carlos Morais é responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia do Serviço de Cardiologia do Hospital Fernando Fonseca e Membro da Direcção do Instituto Português do Ritmo Cardíaco. Introduziu em Portugal o conceito de “home Monitoring – a possibilidade de seguimento e monitorização à distância de doentes com dispositivos implantados e tem acompanhado a introdução de novas tecnologias de comunicação no seguimento de doentes com dispositivos cardíacos É actualmente coordenador nacional da Campanha Bate Bate Coração, uma iniciativa inédita em Portugal.</p>
<br />
<br />
<p>Ouça a entrevista na secção de audiovisuais: <a href="/videosefotografias.aspx">Vídeos e Fotografias</a>.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Bate, bate coração - VISÃO]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=e6198477-e3f2-45be-9dff-d813ebe0aa29#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>14-05-2009</b><br /><h2>(MEDICINA)</h2>
<h1>Bate, bate coração</h1>
<p>A pequena Leonor dá-nos uma lição: o pacemaker é uma solução - nunca um problema</p>
<p>Leonor Pinto, de 9 anos, sabe bem porque tem um pacemaker. «Ajuda o meu coração a bater mais depressa.» Não é nada que a assuste, sempre viveu com isso. «Só não posso usar o telemóvel do lado esquerdo e estar muito perto do microondas», conta a menina, sem medos. «E também não posso levar murros ou boladas.»</p>
<p>Portadora de um pacemaker desde o primeiro mês de vida, Leonor parece até orgulhosa da cicatriz que tem no peito, no local onde foi introduzida a pequena máquina que estimula um batimento cardíaco adequado. «Explicaram-nos que, quando o coração bate de forma irregular, o bombeamento de sangue para as várias partes do corpo pode não ser conseguido, colocando em perigo órgãos vitais como o cérebro e os pulmões», relata a mãe, Sandra Lagoa, 34 anos, sócia numa imobiliária, na Parede (Cascais). Nada de mais: «Vamos até de férias para fora», reforça o pai, Paulo Pinto, 37 anos, técnico de Informática. «E só não viajamos de avião porque a mãe tem medo.»</p>
<p>É mesmo essa a mensagem que a campanha Bate, bate coração quer passar aos portugueses: o pacemaker, numa situação de arritmia cardíaca, faz parte da solução, não é o problema - e permite uma vida normal. «A doença cardiovascular é a principal causa de morte em Portugal e as arritmias cardíacas são responsáveis por metade desses casos», sublinha o especialista Carlos Morais. Por sinal, Leonor, que não dispensa as aulas de natação, está no quadro de honra da escola e caminha, convicta, para o seu sonho: «Quando for grande, quero ser cardiologista.»</p>
<p>O DADO<br />
200 mil Número estimado de portugueses portadores de um <em>pacemaker</em>. aparelho electrónico que regula os batimentos cardíacos e permite aos doentes manter uma vida normal.</p>
<p>TERESA CAMPOS</p>
<p><a href="docs/Visão_14.05.2009.web.pdf">documento original</a></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Bate, bate coração - Revista FOCUS]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=def90dd9-ce72-4986-aa58-9ff3a9081780#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>13-05-2009</b><br /><h1>SAÚDE   "Bate, bate coração"</h1>
<p>Vai realizar-se a 6 de Junho, com partida pelas 10 horas, junto ao Pavilhão Atlântico, em Lisboa, a primeira caminhada nacional de doentes cardíacos. A iniciativa - organizada pelo Instituto Português do  Ritmo Cardíaco,  Associação  Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia, e ainda pela Associação Portuguesa de Portadores  de  Pacemakers  e CDI - pretende juntar portadores de Pacemakers, cardioversores-desfibrilhadores implantáveis, e sensibilizar os portugueses para o problema das arritmias cardíacas. A inscrição é gratuita e pode ser feita em <a href="http://www.batebatecoracao.com">http://www.batebatecoracao.com.</a></p>
<p><a href="docs/Focus_13.05.2009_web.pdf">documento original<br />
</a> </p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Encontro "Bate, bate Coração" 22 de Maio - Faro]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=a445b9a7-0cb8-4b8e-a794-b7ac99f05e35#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>12-05-2009</b><br /><p>                 Dia 22 de Maio, pelas 15h a campanha "Bate Bate Coração, Sinta o seu Ritmo!" vai sentir os ritmos de Faro!                   <br />
Esta iniciativa conta com o apoio do Hospital de Faro e será realizada no auditório deste hospital. 				<br />
Junte-se também a nós e participe em mais uma iniciativa "Bate Bate Coração, Sinta o seu Ritmo!", <a href="/eventos.aspx">inscreva-se</a> hoje mesmo neste <a href="/eventos.aspx">evento</a> e traga um amigo também.             </p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Já mediu o seu ritmo cardíaco hoje? - Revista Prevenir]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=48dc8ada-f8d5-48ce-9058-db53c4185bab#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-05-2009</b><br /><div class="dp100">             POR: Cláudia Pinto          </div>
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<div class="dp100">                     <img height="150" width="103" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/DrCarlosMorais050509.jpg" alt="Dr. Carlos Morais" />DR. CARLOS MORAIS
<p>                         É especialista em Cardiologia, no Hospital Fernando da Fonseca, na Amadora, onde é responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia do Serviço de Cardiologia. É ainda membro da Direcção do Instituto Português do Ritmo Cardíaco, desde a sua fundação em Março de 2005, e coordenador nacional da campanha "Bate, Bate Coração - Sinta, o Seu Ritmo". Nesta edição, ensina-nos a prevenir e tratar as arritmias.                     </p>
<p>                         <br />
</p>
</div>
<img height="270" width="205" alt="Foto de senhora a medir pulsação" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/prevenir050509.jpg" />
<div class="dp100">
<p>                         Maio é o mês do coração. Eis a altura indicada para pensar na sua saúde e na prevenção das doenças cardiovasculares. 31 dias que servem de pretexto para que, partir de hoje, aprenda a conhecer o seu ritmo. É tão fácil e eficaz.<em>REVISÃO CIENTÍFICA: DR. CARLOS MORAIS, Responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia no Hospital Fernando da Fonseca e Dra. Helena Cid, nutricionista.                             <br />
<img height="122" width="205" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/prevenir050509f2.jpg" alt="" />                         </em>                     </p>
</div>
</div>
<div class="dp66">
<div class="100">
<p>                         TODOS NÓS JÁ SENTIMOS, UMA VEZ OU OUTRA, O CORAÇÃO A BATER DEMASIADO DEPRESSA OU MUITO ACELERADO.                      </p>
<p>                         Por outro lado, também já sentimos uma tranquilidade digna de batimentos muito lentos e demorados. Tudo tem uma explicação apesar de não pensarmos muito nela. «O nosso coração tem uma espécie de relógio biológico que comanda os batimentos cardíacos», define Carlos Morais, cardiologista.                      </p>
<p>                         Cada pessoa tem o seu ritmo próprio — os dois tipos de variações mais importantes são as bradiarritmias (ritmos cardíacos lentos: menos de 60 batidas por minuto) e as taquiarritmias (ritmos cardíacos com mais de 100 batidas por minuto) — mas os batimentos podem ser mais vagarosos ou mais apressados sem que isso implique um problema. «Podem existir variações do ritmo cardíaco além dos 60/100 que não constituem uma doença», adianta Carlos Morais.                 Por exemplo, «é natural que quando se faz exercício físico, o coração acelere porque tem de aumentar o débito cardíaco e o fornecimento de sangue aos vários órgãos do corpo; quando uma pessoa pratica exercício fisico, as pulsações podem acelerar para 110,120, 130... voltando ao normal no final da actividade». Por outro lado, «em condições de repouso ou durante a noite, é natural que o ritmo desça para os 50,40, sem que isso signifique risco cardíaco».                      </p>
<p>                         Contudo, quando essas alterações do ritmo (arritmias) estão associadas a outros sintomas podem ser causa importante de mortalidade.                      </p>
<p>                         QUANDO O RITMO SE TORNA NUM PROBLEMA                      </p>
<p>                         <strong>O que são as arritmias?</strong>                         <br />
«Uma arritmia por definição é uma perturbação do ritmo cardíaco», define o cardiologista. As arritmias podem aparecer em qualquer idade e mesmo em corações saudáveis. «No entanto, por norma, estão associadas a outras doenças do coração. Com a idade, podem haver pequenos danos que provocam alterações degenerativas próprias da idade», acrescenta. As arritmias só devem constituir preocupação se estiverem associadas a sintomas específicos.                      </p>
<p>                         <strong>Quais os sintomas?</strong>                         <br />
Na nossa vida normal, não temos noção do batimento do nosso coração. Algumas pessoas podem, contudo, sentir pequenas alterações de ritmo, o coração a bater desordenadamente, pequenas pausas de ritmo, palpitações, etc.                          <br />
«Se o ritmo cardíaco for demasiado lento ou rápido, há um compromisso de função porque o coração não se contrai de uma forma adequada para manter as necessidades fisiológicas do organismo. Então, podem aparecer outro tipo de sintomas como, por exemplo, tonturas, desmaios, cansaço, angina de peito, tolerância diminuída ao exercício, entre outros, que não devem ser desvalorizados», reforça Carlos Morais. A maioria das arritmias é benigna, aquela que «não mata, mas mói». No entanto, há que ter em conta que «a primeira manifestação da arritmia pode ser, de facto, a morte súbita». Se os sintomas forem muito frequentes e uma pessoa verificar que, mesmo em situações de repouso absoluto, tem pulsações de 110,120, deve consultar um médico assistente que lhe irá dar a melhor orientação possível.                      </p>
<p>                         <strong>Conhece o seu ritmo cardíaco?</strong>                         <br />
Tal como se deve preocupar em saber os níveis do seu colesterol, do açúcar no sangue e em medir regularmente a sua tensão arterial, é essencial que saiba calcular o seu ritmo cardíaco. «É um ensino que se pode fazer de uma forma relativamente simples», defende o cardiologista.                          <br />
A maioria das pessoas pode contar as suas pulsações de forma prática, embora existam aparelhos sofisticados nas farmácias que fazem a medição da tensão arterial e o cálculo da frequência cardíaca em simultâneo.                          <br />
«Através da palpação de uma artéria que está no pulso, podemos contar as pulsações e, ao mesmo tempo que olhamos para o relógio, contamos o número de batimentos. O número de pulsações que vamos encontrar em 60 segundos dá-nos o número de batimentos por minuto».                      </p>
<p>                         <strong>Desconhecimento pode ser fatal</strong>                         <br />
Num estudo realizado à população portuguesa, através de uma amostra representativa em Fevereiro último, chegou-se à conclusão que os inquiridos pouco sabiam acerca das arritmias e ainda menos da sua gravidade. Carlos Morais acrescenta que «a população em geral não associa as arritmias a uma causa de morte quando, por exemplo, metade das doenças cardiovasculares mata por arritmia cardíaca». Apesar da desvalorização, morre-se mais em Portugal por doenças cardiovasculares do que por outras doenças que têm mais mediatização.                      </p>
<p>                         <strong>Como tratar?</strong>                         <br />
Para quem já não vai a tempo de prevenir a doença, há algumas soluções à disposição. «A maioria das arritmias não se trata com fármacos. Existem terapêuticas minimamente invasivas que podem passar pela implantação de dispositivos, como por exemplo o <em>pacemaker</em>. Este dispositivo electrónico implanta-se no tórax, no peito do doente, do qual saem duas ou mais sondas que estão dentro do coração e que estão monitorizadas constantemente. Se o ritmo cardíaco fica demasiado lento, o próprio <em>pacemaker</em>                         é capaz de enviar estímulos eléctricos que servem para corrigir e fazer com que ele volte ao normal», salienta Carlos Morais.                          <br />
Existe ainda o CDI, um dispositivo electrónico implantado da mesma maneira, do qual saem umas sondas que estão dentro do coração. É a única terapêutica eficaz para prevenção da morte súbita em doentes de alto risco (como, por exemplo, as pessoas que tiveram um enfarte miocárdio e em que o músculo cardíaco ficou em muito mau estado).                      </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="clear">                        </div>
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<p>                 ARRITMIAS COMO PREVENIR?              </p>
<p>                 A prevenção das arritmias é a mesma que a das doenças cardiovasculares em geral. Aqui ficam as principais regras a seguir:              </p>
<p>             </p>
<ul>
    <li>                     «Prevenir as arritmias é ter hábitos de vida saudáveis, beber bebidas alcoólicas com moderação, não fumar, controlar o colesterol, praticar exercício com regularidade e ter a tensão arterial também controlada», sublinha Carlos Morais.                  </li>
    <li>                     Em simultâneo, há que tentar controlar o stress, um dos principais desencadeantes das arritmias.                  </li>
    <li>                     É também importante dormir um sono descansado, as horas mínimas adequadas e repousar o suficiente.                  </li>
    <li>                     Para Luís Negrão, assessor médico da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), acima de tudo, «as pessoas devem promover uma mente saudável. A grande mensagem deste ano do Mês de Maio, Mês do Coração, é a saúde na sua globalidade. 0 conjunto de todos os factores de risco das doenças cardiovasculares é fundamental para que estejamos alerta».                  </li>
    <li>                     «Cada vez mais, os determinantes de saúde têm também uma componente social importante. Um indivíduo que tenha uma estrutura familiar coesa e boa, tem habitual¬mente mais saúde», defende Luís Negrão.                  </li>
    <li>                     Dar uma caminhada ou passear ao fim-de-semana, para além de saudável, é cada vez mais um hábito de destaque. Quem o diz é o assessor médico da FPC. «Se repararmos, em muitas zonas ribeirinhas das cidades do nosso país, encontramos centenas de pessoas que já aderiram, porque lhes dá prazer caminhar, passear e estar em família».                  </li>
</ul>
<p>                                </p>
<p>                                </p>
</div>
<div class="dp100">
<div class="dp100">
<p>                     OS ALIMENTOS QUE PROTEGEM 0 CORAÇÃO                  </p>
<p>                     A nutricionista Helena Cid dá-lhe dicas úteis para que faça uma alimentação saudável e previna as doenças de coração.                  </p>
</div>
<p>                 <img height="205" width="205" alt="" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/prevenir050509f3.jpg" style="float: right; padding-left: 5px;" />                 </p>
<ul>
    <li>                         Comece o dia com um pequeno-almoço saudável.                      </li>
    <li>                         Procure também fazer várias refeições ao dia, variando alimentos.                      </li>
    <li>                         Verdes, alaranjados, amarelos, vermelhos ou roxos são os alimentos que nunca devem faltar à sua mesa. Use e abuse dos legumes e hortícolas e coma 2 a 3 peças de fruta por dia. Lembre-se que os vegetais e a fruta contêm fibras e antioxidantes                          que ajudam a neutralizar substâncias nefastas ao sistema cardiovascular.                      </li>
    <li>                         Escolha as variedades de cereais menos refinadas porque são mais ricas em fibras, em vitaminas e minerais.                      </li>
    <li>                         Dê preferência às variedades magras ou meio gordas de leite, iogurtes e queijo. Os lacticínios fornecem colesterol e a sua gordura é essencialmente saturada.                      </li>
    <li>                         Prefira a carne de aves em detrimento das carnes vermelhas porque, comparativamente, estas fornecem mais gordura saturada.                      </li>
    <li>                         Reduza o consumo de enchidos e escolha as variedades com baixo teor em sal (sódio) e em gordura.                      </li>
    <li>                         Privilegie o peixe porque é rico em gordura polinsaturada. Este tipo de gordura ajuda a manter a parede dos vasos sanguíneos mais saudáveis.                      </li>
    <li>                         Use, mas não abuse dos ovos. As gemas são uma fonte riquíssima de colesterol                      </li>
    <li>                         As gorduras são indispensáveis à nossa saúde. São elas que transportam as vitaminas lipossolúveis (A,D,E e K) e os ácidos gordos essenciais (ómega 3 e 6). No entanto, devem ser usadas com moderação e escolhidas criteriosamente. Por isso, prefira as gorduras de origem vegetal, especialmen¬te as mono e polinsaturadas, como os óleos vege¬tais, o azeite e margarinas/cremes vegetais para barrar. Reduza o consumo de gorduras de origem animal, como a manteiga, as natas e a banha.                      </li>
    <li>                         Realce o sabor dos alimentos usando sumo de limão, ervas aromáticas e especiarias e reduza o sal.                      </li>
    <li>                         Eleja a água como a bebida número um. Se aprecia vinho, beba com muita moderação (não mais do que dois copos pequenos por dia).                      </li>
</ul>
<p> </p>
</div>
<div class="dp100">
<p>                 BATE BATE CORAÇÃO                  <br />
0 Instituto Português do Ritmo Cardíaco, a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI's promovem a campanha "Bate, bate coração - Sinta o seu ritmo", uma iniciativa inédita em Portugal, que visa sensibilizar a população para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes. Para saber mais:              </p>
<p>                 Vá a www.batebatecoracao.com e aceda a testemunhos importantes e conselhos úteis para que o seu coração bata de forma saudável.              </p>
<p>                 Participe nos encontros "Bate, bate coração":                  <br />
<strong>Dia 8 de Maio</strong>, das 15h às 17h, na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (Anfiteatro 57, Edifício Egas Moniz).                  <br />
<strong>Dia 20 de Maio</strong>, das 15h às 17h, no auditório do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra).              </p>
<p> </p>
<p><a href="/docs/prevenir050509.pdf">documento original</a></p>
</div>
<div class="clear">                        </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Bate leve... levemente - O pacemaker salva vidas - Revista Mãe Ideal]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=480fa555-1b9a-4b2e-aca4-65122f546698#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-05-2009</b><br /><p>             <strong>Quando o coração não consegue bombear o sangue ao ritmo ideal o pacemaker pode ajudar a reajustar o seu ritmo. Em Portugal a implantação de Pacemakers é maioritariamente feita em adultos. Todavia, existem algumas crianças que vivem com este apoio.</strong>         </p>
<p>             Todos sabemos que o coração é um músculo que tem como função bombear o sangue e fazer com que chegue a todo o organismo. Para impulsionar os seus movimentos, o próprio coração gera uma corrente eléctrica através de impulsos gerados pelo nódulo sinoauricular, localizado na aurícula direita. Quando este nódulo não gera convenientemente estes impulsos, ou quando a transmissão desses impulsos é bloqueada dentro do próprio coração (bloqueios) o coração passa a sofrer de um determinado tipo de arritmias. Neste caso, o coração pode ter um ritmo muito lento - bradicardia/ menos de 60 batimentos por minuto. Se as pulsações forem demasiado lentas o coração é incapaz de bombear sangue em quantidade suficiente ocorrendo sintomas: tonturas, desmaios, cansaço, falta de ar... ou em casos extremos até a própria morte. A implantação de um pacemaker tem por função restabelecer o ritmo cardíaco e recuperara normal função cardíaca. Muito embora, hoje em dia, a implantação de um pacemaker seja uma intervenção de rotina dados os avanços da tecnologia, até há uns anos era uma intervenção muito delicada, especialmente quando se tratava da sua implantação em crianças pequenas.         </p>
<p>             <strong>Um bebé com pacemaker</strong>             Conhecemos o pequeno Fábio uma criança com 12 anos que tem um pacemaker implantado há 8 anos. Para conhecer melhor a história desta criança contactámos o seu médico Cardiologista, o Dr. Carlos Morais, do Hospital Amadora Sintra.          </p>
<p>             <strong>Sabendo que uma intervenção deste tipo não é muito comum em crianças tão pequenas, gostaríamos de saber que patologia levou à sua realização. Ao tomar a decisão desta implantação esperava ter o êxito que teve?</strong>             <br />
O Fábio foi internado com 4 anos de idade por um episódio de perda de conhecimento (desmaio), tendo sido detectado um bloqueio aurículo-ventricular completo. Esta situação é rara neste grupo etário mas pode acontecer e o tratamento passa pela implantação de um pacemaker. Dado ser uma criança tão pequena a implantação foi feita com sucesso por um cirurgião cardíaco o Dr. Albino Pedro no Hospital da Cruz Vermelha.         </p>
<p>             <strong>Pelo que sabemos um pacemaker tem normalmente entre 3 e 4 cm de diâmetro, existem aparelhos mais pequenos para crianças ou o bebé teve de sofrer uma implantação com um pacemaker deste tamanho?</strong>             <br />
Na implantação de um pacemaker numa criança procuramos escolher um pacemaker: o mais pequeno, o mais fisiológico possível mas também com maior longevidade (maior duração da pilha) para diminuir o número de reintervenções que a criança terá necessariamente de fazer ao longo da vida.         </p>
<p>             <strong>Como foi o pós-operatório desta criança?</strong>             <br />
Sem complicações. Tendo o Fábio ficado internado apenas alguns dias após a intervenção para completa recuperação, como é normal neste tipo de procedimentos         </p>
<p>             <strong>Sendo o pacemaker um aparelho alimentado com uma pilha, a quantas intervenções já foi esta criança sujeita? Durante a sua vida, o Fábio vai ter de ser sujeito sempre a este tipo de intervenções?</strong>             <br />
Em 2005 - já com 10 anos - foi realizada a 1a substituição, por mim, já no Hospital Fernando Fonseca com um internamento curto de cerca de 24 horas. O Fábio mantém-se agora em seguimento regular na nossa consulta e, de acordo com o previsível, terá necessidade de substituir o Pacemaker cada 6 a 8 anos.         </p>
<p>             <em>"Na implantação de um pacemaker numa criança procuramos escolher um pacemaker: o mais pequeno, o mais fisiológico possível mas também com maior longevidade"</em>         </p>
<p>             <strong>O tipo de pacemaker implantado inicialmente é o que mantém?</strong>             <br />
O Fábio é portador desde o início de um pacemaker de dupla câmara destinado a manter o ritmo e actividade cardíaca o mais fisiológica possível.         </p>
<p>             <strong>O pacemaker interfere em alguns meios de diagnóstico, como por exemplo, a ressonância magnética. Agora já existe um tipo de aparelho que permite este tipo de diagnóstico. Pensa implantá-lo ao Fábio?</strong>             <br />
Infelizmente para já isso não é possível, já que seria necessário para implantar esse tipo de sistema substituir também as sondas que se encontram dentro do coração o que significaria uma intervenção muito mais complexa e com maiores riscos.          </p>
<h2>As limitações</h2>
<p>             <strong>As pessoas com este tipo de implante têm algumas limitações no seu dia-a-dia?</strong>         </p>
<p>             <strong>Consta-se que alguns aparelhos eléctricos podem interferir com o pacemaker. Dado que hoje em dia o computador e o telemóvel fazem parte do quotidiano, existe alguma recomendação a este respeito? E, quanto a electrodomésticos como por exemplo o microondas?</strong>         </p>
<p>             <strong>Conduzir um automóvel ou pilotar um avião, será possível? </strong>         </p>
<p>             De um modo geral pode dizer-se que após o implante o paciente pode retomar progressivamente uma vida autónoma com completa integração familiar, social e profissional. Na ausência de outros problemas clínicos o portador de um pacemaker pode ter uma vida completamente normal e sem limitações significativas. Concretamente, não existem interferências entre qualquer equipamento eléctrico doméstico (secadores cabelo, microondas, computadores, comandos à distância etc.) no funcionamento do pacemaker não sendo necessária qualquer recomendação específica. A utilização de telemóveis é completamente permitida com a simples recomendação de manter o telemóvel afastado cerca de 15 cm do pacemaker, o que significa que o paciente deve utilizar o telemóvel no ouvido oposto ao local onde se encontra implantado o pacemaker.         </p>
<p>             <strong>Quais as recomendações que faz normalmente aos seus doentes?</strong>             <br />
"Sintam-se confortáveis com o pacemaker; aprendam a habituar--se à sua presença; ele está lá para os tratar e proteger. ".         </p>
<p>             O pacemaker é um corpo estranho implantado no organismo. É perfeitamente natural que se sinta durante alguns dias um certo desconforto no local (zona onde está o pacemaker) ou até a percepção de algumas variações no ritmo cardíaco. Após algum tempo de adaptação, que podem ser apenas alguns dias, a maior parte dos doentes acaba por se esquecer que tem um pacemaker retomando a sua vida activa normal.         </p>
<p>             Nas primeiras consultas de seguimento todas as dúvidas devem ser colocadas pelos pacientes aos profissionais de saúde que o seguem em consulta especializada (consulta de pacing). A maior parte das questões colocadas são efectivamente resolvidas com simples esclarecimentos e tranquilização. Sendo portador de um pacemaker desde os 4 anos de idade, esse facto não impediu o Fábio de ter um crescimento físico e afectivo normais, sendo uma criança activa, inteligente, afectuosa e brincalhona.         </p>
<h2>Depoimento de família</h2>
<p>             <strong>Quando souberam que o vosso bebé teria de sofrer esta intervenção, ficaram certamente muito perturbados e ansiosos, no entanto, ele é hoje uma criança feliz. Em iguais circunstâncias, que conselhos gostavam de deixar a outros pais quando uma criança tem de ser sujeita em pequenina a uma intervenção melindrosa?</strong>             <br />
Diria a todos os pais para terem muita força e coragem hoje, para fazerem dos filhos... grandes homens no futuro.         </p>
<p>             <strong>Tiveram que ter cuidados diferentes desde que o vosso filho vive com o pacemaker?</strong>             <br />
Sim...redobrar os cuidados.         </p>
<p>             <strong>Como encara ele hoje em dia a sua situação clínica? Comporta-se como uma criança diferente?</strong>             <br />
O Fábio é uma criança normal...aproveitando a situação para brincar, dizendo que como tem pilhas tem mais energia para brincar.         </p>
<p>             <strong>No infantário e na escola tiveram de fazer recomendações especiais?</strong>             <br />
Sim....principalmente na Educação Física, derivado a alguns esforços.         </p>
<p>             <strong>Pratica exercício físico normalmente ou tem de excluir algumas actividades?</strong>             <br />
Não exclui....mas tem muito cuidado e quando se sente mais cansado, pára por uns minutos.         </p>
<p>             <strong>Que quer ser o Fábio quando for crescido?</strong>             <br />
O Fábio diz que gostaria de ser futebolista.         </p>
<p>             <strong>Verificam que elimina alguma profissão no futuro pela sua condição clínica?</strong>             <br />
Sim, o Fábio tem plena consciência que não poderá ser futebolista no futuro.         </p>
<p>             <strong>Existem algumas coisas que lhe são proibidas? Quais?</strong>             <br />
Sim... colchões magnéticos. Muito embora possa utilizar o telemóvel tem de tomar precauções utilizando-o a uma distância de15cm do aparelho. Deve evitar estar perto do microondas... etc.         </p>
<p>             <strong>O que é que mais ambicionam para o futuro do seu filho?</strong>             <br />
O meu sonho de mãe, era que a nossa medicina avançasse de tal maneira que não fosse necessário o Fábio, como todas as crianças que sofreram esta intervenção, terem que se submeter de 6 em 6 anos a uma nova cirurgia. Aproveito a oportunidade para agradecer à equipa médica que desde os quatro anos de idade acompanha o Fábio, em especial ao Dr. Carlos Morais que tem sido incansável. A todos os pais.... não percam a fé!         </p>
<p class="fancyhome">             O Fábio é uma criança normal...aproveitando a situação para brincar, dizendo que como tem pilhas tem mais energia para brincar         </p>
<p class="fancyhome">             Muito embora, hoje em dia, a implantação de um pacemaker seja uma intervenção de rotina dados os avanços da tecnologia, até há uns anos era uma intervenção muito delicada, especialmente quando se tratava da sua implantação em crianças pequenas         </p>
<p><a href="docs/Mãe Ideal_05.05.2009.web.pdf">documento original</a></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[O perigo da morte súbita - Saúde Oral]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=8f2cd9c6-2f01-41d6-8b41-145bb8616efa#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-05-2009</b><br />ARRITMIAS
<h2>O perigo da morte súbita</h2>
<p class="fancyhome">             "A principal causa de morte súbita são as arritmias". Para além desta revelação, o coordenador da campanha "Bate bate coração - sinta o seu ritmo", Carlos Morais, afirma ainda que "cerca de metade das mortes por doença cardíaca são provocadas por arritmia cardíaca".         </p>
CARMEN SILVA
<div class="dp50">
<p>                 0 especialista em cardiologia no Hospital Fernando da Fonseca, na Amadora, - onde é responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia do Serviço de Cardiologia - adianta que, de um modo geral, as arritmias"são muito frequentes, sobretudo as formas mais benignas".             </p>
<p>                 Mas, afinal, o que é uma arritmia cardíaca? Carlos Morais responde que são "perturbações do ritmo cardíaco". Se este for demasiado lento (inferior a 50/60 batimentos por minuto), está-se perante uma bradicardia. Se por outro lado, o coração bater de forma muito rápida (mais de 100 batimentos por minuto), é uma taquicardia. Quando existe um impedimento à normal progressão dos estímulos cardíacos dentro do coração estamos em presença de um bloqueio que em certas situações pode levar à falta de um ou mais batimentos cardíacos.             </p>
<p>                 A fibrilhação auricular é a arritmia cardíaca mais frequente e caracteriza-se por ser um batimento irregular nas aurículas, estando "ligada à ocorrência do             </p>
</div>
<div class="dp50">
<p>                 acidente vascular cerebral (AVC)", salienta o especialista, acrescentando que "ocorre em cerca de 10% a 20% doentes com mais de 70 anos".             </p>
<p>                 As pessoas com fibrilhação auricular têm um batimento das aurículas várias vezes superior ao do resto do coração, o que leva a uma corrente sanguínea irregular e à formação ocasional de coágulos sanguíneos, que podem viajar até ao cérebro.             </p>
<p>                 Não obstante, as arritmias também podem afectar os ventrículos. A fibrilhação ventricular é uma situação patológica caracterizada no ECG por um traçado irregular, de amplitude variada e ondas grosseiras.             </p>
<p>                 Neste caso, o prognóstico é muito mais grave do que na fibrilhação auricular, já que a contracção dos ventrículos é ineficaz levando à morte em poucos segundos se não for rapidamente corrigida. É responsável por 90% das paragens cardio-respiratórias em ambiente extra-hospítalar.             </p>
</div>
<div class="clear">          </div>
<div class="clear">          </div>
<p>             ATÉ NOS CORAÇÕES SAUDÁVEIS         </p>
<p>             De acordo com Carlos Morais, as causas das arritmias cardíacas "são múltiplas". Fumar, stress, bebidas alcoólicas, vida sedentária, drogas, toma incorrecta de alguns medicamentos e excesso de cafeína podem causar arritmias em algumas pessoas.         </p>
<p>             No fundo, "podem aparecer em corações saudáveis, mas mais frequentemente estão associadas a outras doenças cardiovasculares, como a hipertensão, a doença coronária, a insuficiência cardíaca, miocardiopatias", explica o cardiologista.         </p>
<p>             As arritmias são caracterizadas pelo pluralismo de causas, das próprias arritmias e até das manifestações. Segundo Carlos Morais, estas "são muito variáveis". E vão desde "simples percepção de "falhas" ou de "batimentos anómalos", palpitações", até a "tonturas, perda de conhecimento súbita (sincope), dor precordial, dispneia e cansaço extremo". Mas também morte súbita. Aliás, esta é, "sem dúvida, a forma de manifestação mais grave".         </p>
<div class="clear">          </div>
<p>             MAIOR INCIDÊNCIA NO HOMEM         </p>
<p>             As arritmias mais sérias surgem com mais frequência nos adultos a partir dos 60 anos. Isto porque são especialmente afectados por uma série de doenças cardiovasculares e até por outras patologias que são propícias ao aparecimento de arritmias.         </p>
<p>             Não são exclusivas do homem, nem da mulher, pois "aparecem em ambos os sexos". Todavia, a sua incidência, "visto estar muito relacionada com a presença de doença coronária, HTA, etc, é ligeiramente superior no sexo masculino nos grupos mais idosos", refere o coordenador.         </p>
<div class="clear">          </div>
<p>             O DIAGNÓSTICO         </p>
<p>             <img alt="Radiografia com pacemaker" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/radioPacemaker.jpg" />Carlos Morais explica que o diagnóstico se baseia essencialmente "nos dados obtidos a partir da consulta médica", o que inclui "a história clínica, o exame físico e a demonstração da arritmia em registo eléctrico do ritmo cardíaco". Contudo, o especialista chama a atenção para a frequência da natureza episódica e transitória das arritmias, o que obriga ao "recurso a outros exames: Holter de 24 horas, teste de Tilt, estudo electrofisiológico, etc". Para além disto, ressalva que exames como "a ecocardiografia, análises laboratoriais a coronariografia podem também ser fundamentais para o diagnóstico e terapêutica das arritmias".         </p>
<p>             Depois de diagnosticada é preciso tratar, sendo que "os maiores progressos no tratamento das arritmias cardíacas tem sido o desenvolvimento de procedimentos invasivos nomeadamente a ablação de arritmias por cateter ou a implantação de dispositivos como sejam os pacemaker e os cardioversores desfibrilhadores (CDI)". O cardiologista sublinha que os resultados "atingidos com estas terapêuticas têm demonstrado grande superioridade em relação à terapêutica farmacológica", que se destina principalmente à correcção e controlo das doenças cardiovasculares habitualmente associadas a arritmias cardíacas, como o colesterol, pressão arterial, ou isquemia miocárdica, entre outras.         </p>
<p>             No mesmo sentido devem ser feitos todos os esforços para promover uma vida saudável, onde prevaleça uma alimentação equilibrada, a ausência de tabaco, a prática de exercício físico regular, o controlo do peso e se evite a ingestão excessiva de álcool ou cafeína.         </p>
<p>             O pacemaker é implantado para ajudar o coração a manter um ritmo regular. 0 sistema é constituído por um gerador de impulsos (pacemaker) cardíaco e por um ou dois fios flexíveis e finos (conhecidos como electrocateteres) que ligam o aparelho ao coração.         </p>
<p>             0 pacemaker regista continuamente informações sobre o ritmo cardíaco, verificando em particular se o coração está a bater de forma regular ou demasiado lenta. Se estivermos perante a última hipótese, o aparelho emite pequenos estímulos eléctricos, transmitidos ao coração através dos electrocateteres, e que fazem com que o órgão se contraia com a frequência mais adequada.         </p>
<p>             É necessária uma pequena cirurgia para a colocação do dispositivo, normalmente recorrendo somente a anestesia local. Através de uma pequena incisão na pele, abaixo da clavícula, o médico introduz cuidadosamente o electrocateter no coração, através de uma veia. O procedimento é controlado através de raios X. Depois de avaliar a melhor localização, a ponta do electrocateter é fixada na parede do coração. Segue-se o mesmo procedimento para um segundo electrocateter se necessário. Os electrocateteres são então ligados ao pacemaker e fixados. Finalmente, é formada uma pequena bolsa debaixo da pele na área do músculo peitoral para alojar o aparelho, sendo esta fechada com uma sutura.         </p>
<p>             0 CDI é semelhante a um pacemaker cardíaco. O sistema é igualmente constituído por dois componentes: o gerador de impulsos e os electrocateteres. Não obstante, os CDI são ainda capazes, ao contrário do pacemaker, de tratar adequadamente as arritmias cardíacas rápidas, particularmente a fibrilhação ventricular sendo a única terapêutica verdadeiramente eficaz para evitar a morte súbita em grupos específicos de doentes com risco elevado de ter este tipo de arritmias.         </p>
<p>             0 gerador de impulsos existente nos dias de hoje é um dispositivo muito pequeno e que funciona como um sofisticado computador. Ao longo do dia, vai recolhendo informação sobre o ritmo cardíaco a partir dos eletrocateteres inseridos no coração. Mais especificamente, avalia se os batimentos são demasiado rápidos ou lentos e se o coração bate com regularidade ou não. No caso de haver desvios da normalidade, estes são registados na forma de um electrograma. Estes dados contêm informação valiosa para o médico e podem ser lidos com a ajuda do dispositivo programável, que permite ao médico reprogramar o CDI em caso de necessidade.         </p>
<p>             Em certo tipo de arritmias o CDI começa por emitir pequenas séries de impulsos de estimulação ao coração. Esta estimulação interrompe os episódios de taquicardia em mais de 90% dos casos. Os impulsos não provocam dor e a maioria dos doentes nem sequer os sente.         </p>
<p>             Caso não consiga fazer parar a taquicardia com estimulação repetida, o CDI emite um impulso eléctrico intenso, designado choque eléctrico. Este choque eléctrico está associado, tanto quanto possível, ao ritmo cardíaco, e designa-se cardioversão.         </p>
<p>             Na ocorrência de fibrilhação ventricular, o CDI consegue detectar rapidamente o início desta arritmia e em poucos segundos aplicar um ou mais choques não sincronizados (desfibrilhação) com vista a retomar o ritmo cardíaco normal.         </p>
<p>             Apesar destas situações, Carlos Morais adianta que, de um modo geral, pode dizer-se que "os doentes portadores de pacemaker ou CDI, na ausência de limitações inerentes à cardiopatia subjacente ou outros problemas clínicos existentes, têm uma vida normal com plena integração familiar, social e profissional"         </p>
<div class="clear">          </div>
<p>             CONSELHO AO MÉDICO DENTISTA         </p>
<p>             Para o cardiologista, o mais relevante na prática diária do médico dentista é "estar atento ao facto da maior parte dos doentes portadores de fibrilhação auricular estar a fazer prevenção do AVC tomando hipocoagulantes cronicamente". Ora, de acordo com Carlos Morais, "esta situação obriga a cuidados específicos na realização de procedimentos com risco hemorrágico como seja a extracção dentária". Nestas situações, o especialista alerta que "o doente terá de suspender com antecedência a medicação hipocoagulante em curso (geralmente cerca de 5 dias antes da extracção), sendo que situações de maior risco embólíco poderão obrigar a instituição transitória de hipocoagulação com enoxíparina ou heparina injectáveis no período peri procedimento".         </p>
<div class="clear">          </div>
<p>             SENTIR O CORAÇÃO         </p>
<p>             "Bate, bate coração - Sinta o seu ritmo" é uma iniciativa que visa sensibilizar a população em geral para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes.         </p>
<p>             A campanha é da responsabilidade do Instituto Português do Ritmo Cardíaco, a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI.         </p>
<p>             A "Bate, bate coração - Sinta o seu ritmo" é apadrinhada pelo fadista Carlos do Carmo, ele próprio portador de pacemaker.         </p>
<p>             A iniciativa envolverá os hospitais de referência nesta especialidade, com a distribuição de material informativo e acções de esclarecimento aos utentes, e contará com a realização de encontros de doentes, a nível nacional, abertos ao público em geral. Em Maio, e para assinalar o mês do Coração, está prevista a realização da primeira caminhada de portadores de pacemakers/desfibrilhadores e a organização de um colóquio sobre arritmias e o desporto, entre outras iniciativas.         </p>
<div class="clear">          </div>
<p>             ESTUDO REVELA DESCONHECIMENTO DOS PORTUGUESES EM RELAÇÃO ÀS ARRITMIAS         </p>
<p>             Segundo as conclusões de um estudo nacional divulgadas pelo Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI, 89% dos portugueses não sabem que as arritmias cardíacas podem ser fatais e apenas uma minoria da população (2,6%) admite espontaneamente estar preocupada com esta doença.         </p>
<p>             As revelações da pesquisa não ficam por aqui, dado que 39,3% dos portugueses não reconhece qualquer sintoma das arritmias cardíacas, apesar da maioria da população (81,6%) afirmar que já ouviu falar desta doença.         </p>
<p>             Quando se pergunta o que levaria o português a recorrer ao cardiologista, a dor súbita e intensa na zona do peito é o principal motivo (40,5%), logo seguido pelas dificuldades respiratórias (18,3%). Com 17%, as palpitações ou batimentos cardíacos estranhos são apenas o terceiro motivo para uma eventual consulta a um especialista.         </p>
<p>             "Os resultados do estudo demonstram que existe uma falta de informação grave e que o público em geral desconhece os riscos das arritmias cardíacas, a principal causa de morte súbita", sublinhou Daniel Bonhorst, presidente do IPRC, acrescentando que "é preocupante saber que os portugueses não têm a percepção da relação entre os problemas de ritmo cardíaco e as suas consequências fatais".         </p>
<p>             Na verdade, apenas 5,4% dos portugueses relaciona as arritmias cardíacas com morte súbita, pois quase metade (45,5%) a associa ao enfarte do miocárdio, seguido dos AVC (23,2%), e insuficiência cardíaca (11,9%).         </p>
<p>             O estudo indica também que as doenças cardiovasculares são consideradas a quarta doença mais grave (10,2%), depois do cancro (54%), da doença de Alzheimer (14,4%) e do VIH/Sida (14%). Ainda assim, apesar de ser a primeira causa de mortalidade em Portugal, apenas 1 em cada 10 portugueses elege as doenças cardiovasculares como sendo as doenças mais graves no contexto de outras patologias.         </p>
<p>             Relativamente aos dispositivos médicos cardíacos, os portugueses demonstram ter um bom conhecimento sobre Pacemakers, já que 7 em cada 10 portugueses já ouviu falar deste dispositivo cardíaco implantável. No entanto, apenas 13,8% dos portugueses já ouviu falar em desfibrilhadores.         </p>
<p>             Por outro lado, a grande maioria dos portugueses que já ouviram falar de dispositivos médicos cardíacos (76,7%) não sabe se existem actividades proibidas aos portadores de pacemaker ou desfibrilhador, enquanto 14% afirma que existem actividades que um portador não deve realizar, entre as quais fazer esforços físicos ou de alta competição (10,6%), utilizar os aparelhos eléctricos domésticos (1,4%), utilizar o telemóvel (0,8%) ou viajar de avião (0,5%). Apenas 9,3% dos portugueses considera que não existe qualquer restrição. <br />
</p>
<p><a href="/docs/Saúde Oral web.pdf">documento original</a></p>
<p><br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[1º Encontro Nacional de Portadores de CDI´s - http://brugada.wordpress.com/]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=cfad269c-2edc-4eca-8488-586248689c7e#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>04-05-2009</b><br /><p>No âmbito da campanha  “Bate, bate coração” decorreu na típica aldeia de Alte, em Loulé, o 1º Encontro Nacional de Portadores de Cardioversores-Desfibrilhadores Implantáveis (CDI´s).</p>
<p>A iniciativa teve como principal finalidade promover a troca de experiências, sentimentos e preocupações entre pessoas que são portadores destes dispositivos.</p>
<p>Os participantes, oriundos da grande Lisboa e Algarve, foram unânimes ao dizer que este 1º encontro foi um grande sucesso. Tiveram aqui a oportunidade de falar pela 1ª vez de certos assuntos que lhes eram tabu, uma vez que haviam no encontro pessoas que compreendiam o que diziam por já terem passado pela mesma situação.<img height="217" width="300" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/dsc_5856b.jpg" alt="Foto de alguns participantes" /></p>
<p>Embora com um reduzido número de participantes, o que se percebe pelo curto período de divulgação e pelo pequeno número de pessoas com CDI’s em Portugal, o encontro ocupou toda a tarde, tendo terminado já com o pôr de Sol a decorrer. Durante o encontro, houve ainda oportunidade de saborear alguns pratos bem deliciosos, leitão no espeto, caracóis, bolos caseiros, tudo isto no maravilhoso parque de merendas da Fonte Pequena, bem junto à Ribeira de Alte, repleta de peixes e de patos.</p>
<p>Foram muitos os temas abordados. Substituição do CDI, morte súbita, arritmias cardíacas, palpitações, desmaios, fadiga, esforço físico, stress, tonturas, ansiedade, entre outros. Dentro de todos, o tema mais discutido e que levantou alguma preocupação foi sem dúvida os cuidados hospitalares. Talvez por falta de profissionais de saúde nos hospitais, o certo é que as pessoas portadoras de CDI, antes e depois da intervenção cirúrgica, sentem necessidade de algum apoio, e muitas das vezes, só na hora é que são dadas informações acerca dos procedimentos. Também a forma como são transmitidos certos dados clínicos merece algum cuidado pela parte destes profissionais.</p>
<p>No âmbito desta temática foram igualmente discutidas diversas técnicas utilizadas para ajudar a ultrapassar e controlar parte do problema. Para Francisco, a maior preocupação é saber controlar a ansiedade. Ioga, meditação, são algumas das técnicas utilizadas por Rita Frazão.</p>
<p>Esteve presente também uma aluna do curso de enfermagem, uma das autoras do artigo publicado no Boletim Informativo nº8 da APPPC, que nos esclareceu sobre alguns aspectos relacionados com o tema abordado.</p>
<p>A satisfação foi a impressão final, e os resultados não poderiam ter sido melhores. Foi para todos nós uma tarde muito positiva. A partilha de experiências foi de facto muito importante. Saímos todos com grandes sorrisos e com a vontade de fazer mais encontros deste tipo.</p>
<p>O encontro terminou com um passeio pelas ruas da aldeia, onde se observou as características da aldeia serrana, típica do interior algarvio e bem longe da confusão do litoral.</p>
<p>Por: Thierry Martins.<br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[APPPC edita 8ª edição do seu boletim informativo.]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=1413ea51-0d4d-4510-a2be-d87709ece401#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>30-04-2009</b><br /><p>A Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI’s (APPPC) já tem disponível a nova edição do seu boletim informativo. A edição de Abril de 2009 – a 8ª edição deste boletim – conta com um artigo do Dr. Daniel Bonhorst, “<em>A Importância das arritmias</em>”, vários artigos que relatam o testemunho de portadores de Pacemakers e CDI’s, um artigo sobre “<em>A abordagem da enfermagem à pessoa com síndrome de Brugada</em>” e alguns apontamentos sobre a campanha “Bate Bate Coração Sinta o seu Ritmo!”, que esta associação está a organizar a nível nacional com o Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC) e a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE). Como habitualmente a APPPC disponibiliza o boletim em papel e em formato electrónico. Consulte o site da associação em <a href="http://www.apppc.pt">http://www.apppc.pt</a> e faça download do <a href="http://www.apppc.pt/paginacatalogo.aspx?doc=1&page=1&folder=Boletim/&file=BI_8&tipoCat=Fichas">boletim</a>.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Eventos Bate Bate Coração para os meses de Maio e Junho.]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=82a164a1-2fbd-4c3d-91cd-91056d372776#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>30-04-2009</b><br />Durante o mês de Maio e Junho são várias as actividades organizadas no âmbito da campanha Bate Bate Coração-Sinta o seu Ritmo!.<br />
<br />
No dia 1 de Maio, pelas 14h30 estaremos no Primeiro Encontro Nacional de Portadores de CDI´s na Aldeia de Alte, junto à Fonte Pequena - Loulé. Dia 8 de Maio, pelas 15h vamos estar em mais um encontro "Bate, Bate Coração", desta feita em Lisboa no Anfiteatro 57 do Edifício Egas Moniz - Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e no dia 20 de Maio pelas 17h30 vamos para a Amadora para mais um encontro que irá decorrer no Auditório do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra).<br />
<br />
Chamamos ainda a sua atenção para a 1ª caminhada Bate Bate Coração no Parque Expo em Lisboa. Registe-se hoje mesmo na caminhada e garanta uma fantástica TShirt.<br />
<br />
Consulte a <a href="eventos.aspx">secção de eventos</a>.]]></description></item><item><title><![CDATA[Mário Ferreira Gomes - Sport Life]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=95546dcb-270e-4a53-bfc3-ba773fde3128#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-04-2009</b><br /><p>             <img height="300" width="150" style="margin-top: 0px; float: left; margin-right: 15px;" alt="Mário Ferreira" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/MarioFerreiraSportLife.jpg" /><br />
<br />
Uma prova de que o desporto é para todos! Mário Ferreira Gomes é um exemplo de atleta extraordinário. Apesar de usar um pacemaker participa em maratonas e em todas as provas de corrida a que se propõe. Com 58 anos de idade, começou a usar pacemaker há cerca de 12 anos devido a problemas cardiovasculares que ocorriam especialmente durante a noite. Já antes de o usar, praticava desporto e não foi essa mudança que o fez desistir, já que acima de tudo o desporto fá-lo sentir-se bem no seu dia-a-dia. Participou no Campeonato do Mundo de Montanha que se realizou na Suíça em 2007, onde ficou em 27° lugar na classificação geral de Veteranos e em 6º da sua categoria. Além do atletismo também pratica futebol e afirma que "tudo se pode fazer com as devidas precauções". <br />
</p>
<p>Sobre este importante tema, o Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electro-fisiologia (APAPE) e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI's (APPPC) lançaram a campanha "Bate, bate coração -Sinta o seu ritmo", uma iniciativa inédita em Portugal, que visa sensibilizar a população para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os tratamentos.          </p>
<p>        	<a href="http://www.batebatecoracao.com/docs/etn_6243640_2049_0v2.pdf">documento original 		        </a></p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Cirurgia ao vivo - Saber viver / SOS Saúde]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=7be686b4-98f3-48e3-b159-a2f7249e5793#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-04-2009</b><br /><div class="dp25">
<p>                 Fomos assistir à implantação de um pacemaker.             </p>
<p>                 Por VANDA OLIVEIRA                 <br />
Com CARLOS MORAIS<br />
<em>Cardiologista</em>                                            </p>
<p>                 Descubra no site www.batebatecoracao.com a campanha "Bate, bate coração - Sinta o seu ritmo" que visa sensibilizar a população para as arritmias cardíacas, os seus riscos e tratamentos existentes.             </p>
</div>
<div class="dp75">
<div class="dp50">
<p>                     DEI ENTRADA NO HOSPITAL Fernando da Fonseca no início da manhã. A cirurgia estava marcada para as 11 horas e eu ia entrar no bloco operatório. Mas não era médica, nem paciente: foi-me dada a oportunidade de assistir à implantação de um pacemaker, uma cirurgia repleta de mitos, conforme a equipa médica me explicou. O aparelho é indicado em caso de bradiarritmia, uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos (arritmia), caracterizada por um ritmo cardíaco lento, que pode levar à morte súbita quando não tratada. Palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, falta de ar, dor de peito e ansiedade são alguns dos sinais que alertam para o problema, sendo que a síncope, ou desmaio, é o sintoma mais aparatoso e o que leva mais frequentemente os pacientes ao hospital.                 </p>
<p>                     O DIAGNÓSTICO A arritmia pode ser detectada através de electrocardiograma, no entanto, para um diagnóstico mais preciso é necessário recorrer a exames complementares. "Um electrocardiograma fora da crise pode ser normal, pelo que pode haver necessidade de recorrer a outros exames, como a ecocardiografia ou o Holter, um electrocardiograma de longa duração, que regista a actividade eléctrica do coração durante 24 horas", explica Carlos Morais, cardiologista.                 </p>
<p>                     O APARELHO O pacemaker é um pequeno dispositivo anatómico constituído por um gerador de impulsos (pacemaker) e por um ou dois fios flexíveis e finos (eléctrocateter) que ligam o aparelho ao coração. O pacemaker regista continuamente informações sobre o ritmo cardíaco, verificando em particular se o coração está a bater de forma regular ou demasiado lenta. Se o ritmo cardíaco for insuficiente, o aparelho gera os estímulos necessários para que o coração se contraia com a frequência mais adequada.                 </p>
<p>                     A CIRURGIA A implantação de um pacemaker cardíaco é feita durante uma pequena cirurgia, realizada com anestesia local. Após uma incisão na pele, abaixo da clavícula, o médico introduz um electrocateter, através de uma veia até ao coração. Segue-se o mesmo procedimento, controlado por raio-X, para um segundo elec-trocateter, se necessário. Estes são então ligados ao pacemaker, o qual é alojado numa pequena bolsa de pele, na área do músculo peitoral, que depois é fechada com uma sutura. O processo demora cerca de 30 minutos. Muitos pacientes podem levantar-se no mesmo dia.                 </p>
</div>
<div class="dp50">
<p>                     O PÓS-OPERATÓRIO Durante os primeiros dias após a cirurgia, o paciente deve evitar mover o ombro do lado que foi operado, para não interferir com o processo de cicatrização. "Como qualquer acto cirúrgico, até haver uma cicatrização completa, o paciente deve manter a zona da cicatriz desinfectada e substituir o penso regularmente, pelo risco de infecção. Ao fim de uma semana, o fio da sutura é absorvido pelo organismo, não sendo necessário retirar pontos", explica o especialista.                 </p>
<p>                     VIVER COM UM PACEMAKER Logo que a ferida cicatrize o paciente pode retomar a sua actividade e levar uma vida perfeitamente normal. Os portadores de pacemaker têm apenas de trazer sempre consigo o cartão de identificação do aparelho e comparecer às consultas de "revisão", de seis em seis em meses, em que o médico verifica o estado do pacemaker, nomeadamente o nível da carga da pilha, analisa as informações nele contidas, faz ajustes no modo de programação, se necessário, e responde a todas as dúvidas do paciente.                 </p>
<p>                     CIRURGIA DE SUBSTITUIÇÃO Por ter uma fonte de energia, o pacemaker precisa de ser substituído ao fim de algum tempo. "A duração da bateria varia entre seis a 12 anos, consoante a actividade do aparelho. Há casos em que o pacemaker está permanentemente a emitir estímulos ao coração e outros em que o dispositivo apenas actua esporadicamente, uma vez por dia, de três em três meses, ou até uma vez por ano", explica o cardiologista. A substituição é feita através de uma cirurgia semelhante à da implantação, mas é ainda mais simples, uma vez que não é necessário trocar as sondas.                 </p>
<p>                     SEGURANÇA MÁXIMA Apesar dos mitos e receios à volta do uso do pacemaker, Carlos Morais, assegura que "o pacemaker é um dispositivo electrónico extremamente sofisticado e um dos mais seguros do mundo. Está protegido contra a influência de campos electromagnéticos externos e passa por inúmeros testes de controlo de qualidade para eliminar praticamente qualquer possibilidade de falha". Sendo revestido a titânio, é indestrutível.                 </p>
</div>
</div>
<div class="clear"> </div>
<div class="dp25">
<p>                 Sabia que             </p>
</div>
<div class="dp75">
<p>                 O Hospital de Santa Maria implantou recentemente o primeiro pacemaker compatível com ressonância magnética, desenvolvido pela Medtronic, empresa líder mundial em dispositivos médicos             </p>
</div>
<div class="clear"> </div>
<div class="dp50">
<p>                 MITOS EM TORNO DO PACEMAKER             </p>
<p>                 Será verdade o que se diz sobre a relação de alguns objectos com este aparelho?             </p>
</div>
<div class="dp50">
<p>                 TELEMÓVEL O seu uso é seguro desde que mantido a dez centímetros de distância da zona do aparelho. "Se o pacemaker estiver situado à esquerda, o paciente pode usar o telemóvel no lado direito e deixar que outros falem ao telemóvel perto de si, sem problema. Mesmo que se distraia e aproxime o telemóvel do pacemaker, basta afastá-lo para deixar de haver qualquer influência", refere o cardiologista.             </p>
<p>                 MICROONDAS, COMANDOS À DISTÂNCIA E OUTROS ELECTRODOMÉSTICOS Todos estes aparelhos geram campos electromagnéticos tão pequenos, que não têm qualquer interferência no funcionamento do pacemaker. "O meio ambiente doméstico é completamente seguro", assegura Carlos Morais.             </p>
<p>                 PORTAS DE CONTROLO NOS AEROPORTOS Os alarmes dos aeroportos não são diferentes dos que existem em todos os centros comerciais, sendo apenas mais sensíveis e, visto estarem colocados uma zona de passagem, não apresentam qualquer perigo. "Mesmo que haja alguma interferência esta dura menos de um segundo, isto é, menos de um batimento cardíaco falhado. O paciente deve identi-ficar-se apenas para minimizar os inconvenientes provocados pela activação do alarme", comenta.             </p>
<p>                 DESPORTO Se não houver outros problemas que o contra-indiquem, o desporto é totalmente seguro e aconselhado, à excepção de desportos de contacto como karaté ou kung-fu. "Um pontapé poderá afectar a zona à volta do aparelho e interferir com o desempenho do pacemaker", explica.             </p>
</div>
<div class="clear"> </div>
<div class="dp100">
<p><a href="docs/Saber-Viver_05.pdf">Documento original</a></p>
</div>
<div class="clear"> </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Encontro Bate bate coração - Quinta da Bonjoia]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=af9166d5-ccc9-4344-9bb2-b350fa05d66c#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>03-04-2009</b><br /><p>             <img height="150" width="122" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/encontroPorto.jpg" alt="Encontro Bate bate coração - Quinta da Bonjoia" style="margin-top: 0px; float: left; margin-right: 15px;" />No dia 3 de Abril de 2009 decorreu o segundo encontro da campanha “Bate, bate coração” na cidade Invicta, na Quinta da Bonjoia.         </p>
<p>             O Porto recebeu mais de 60 pessoas para uma partilha de testemunhos, que contou com a presença do Dr. Carlos Morais, do Dr. Hipólito Reis, da Enfermeira Patrícia Fernandes e do Prof. Lopes Gomes. As arritmias e a morte súbita foi o tema de abertura da iniciativa, que foi acolhida com muito entusiasmo e participação activa dos vários portadores de pacemakers e cdi´s presentes.         </p>
<p>             No final, teve lugar um coffee break onde os participantes puderam partilhar os seus testemunhos de vida.         </p>
<p>             Veja as <a href="videosefotografias.aspx">fotos desta iniciativa</a>             e participe no próximo Encontro da campanha, no dia 8 de Maio, no Hospital de Santa Maria.         </p>]]></description></item><item><title><![CDATA[O aparelho que salva vidas - Correio da Manhã]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=bbb43632-aed3-4440-98f2-72d85a327e10#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>29-03-2009</b><br /><div class="dp100">
            <p>
                ESTIMA-SE QUE 200 MIL PORTUGUESES SEJAM PORTADORES DE UM PACEMAKER, O APARELHO ELECTRÓNICO REGULA OS BATIMENTOS CARDÍACOS E QUE PERMITE AOS QUE DOENTES MANTER UMA VIDA NORMAL. AGORA HÁ UM NOVO MODELO, COMPATÍVEL COM A RESSONÂNCIA MAGNÉTICA. O PRIMEIRO IMPLANTE FOI REALIZADO NO SANTA MARIA.
            </p>
        </div>
        <div class="dp66">
            <p>
                O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, foi pioneiro no implante de um pacemaker compatível com a ressonância magnética. "Estes novos modelos são melhores para os pacientes porque permitem realizar exames sem problemas. Os Pacemakers normais só permitem a realização de uma tomografia axial computadorizada, a TAC. Em alguns diagnósticos, a ressonância é mais detalhada", explicou ao CM o cardiologista João de Sousa, responsável pelo implante, realizado em Janeiro.
            </p>
            <p>
                De acordo com o médico, as principais razões para se colocar um pacemaker prendem-se com as bradicardias (arritmias lentas) e a disfunção do nódulo sinusal (quando as células que estimulam o ritmo cardíaco estão deficientes).
            </p>
            <p>
                "Os Pacemakers também são indicados em casos de insuficiência cardíaca e, quando as contracções do coração estão dessincronizadas, consegue-se sincronizar o ventrículo direito com a aurícula e regularizar os batimentos", avança o especialista.
            </p>
            <p>
                Em Portugal, estima-se que 200 mil pessoas sejam portadoras de um pacemaker." São implantados cerca de sete mil aparelhos por ano", avança ao CM Virgílio Chambel, presidente da Associação Portuguesa de Portadores de Pacemaker (ver caixa). "São apenas estimativas mas aponta-se para os 200 mil", corrobora João de Sousa.
            </p>
            <p>
                Um pacemaker tem um prazo de validade limitado, entre os oito e os dez anos: "É necessário substituir o aparelho. Mas há sinais que podem indicar que o pacemaker não está a funcionar bem. Quando os portadores têm tonturas, desmaios, palpitações e mal-estar, devem consultar imediatamente o cardiologista", aconselha João de Sousa.
            </p>
        </div>
        <div class="dp33" style="background-color: rgb(189, 10, 29);">
            <div style="margin:5px 5px 0 5px; width: 90%;">
                <p>
                    <b>APARELHO COMPATÍVEL COM RESSONÂNCIA</b>
                </p>
                <p>
                    No início do ano, foi introduzido no mercado português um novo pacemaker compatível com a ressonância magnética. "Por enquanto, só existe este modelo, e facilita bastante a vidados doentes, nomeadamente quando têm de fazer métodos de imagens, como as ressonâncias " explicou ao CM João de Sousa, coordenador da Unidade de Electrofisiologia e Pacing do Hospital de Santa Maria.
                </p>
                <p>
                    <b>O QUE É UM PACEMAKER?</b>
                </p>
                <p>
                    É um aparelho electrónico de dimensões reduzidas que repõe a normalidade dos batimentos cardíacos, emitindo estímulos eléctricos que sincronizam as funções do coração.
                </p>
            </div>
        </div>
        <div class="clear">
              
        </div>
        <div class="dp100">
            <p>
                <b>Fortunata Nunes, a primeira doente a receber um pacemaker compatível com a ressoância magnética</b>
            </p>
            <p>
                Aos 74 anos, Fortunata Nunes foi a primeira doente portuguesa a colocar um pacemaker compatível com a ressonância magnética: "Só soube que ia ser uma cobaia cerca de cinco minutos antes" diz, entre risos. A operação decorreu no Hospital de Santa Maria (Lisboa), a 29 de Janeiro.
            </p>
            <p>
                Há dois anos, Fortunata Nunes começou a sentir-se mal: "Tinha um grande mal-estar, dores nas costas e no corpo. Não conseguia estar deitada, chegava a tomar uns comprimidos que se põem debaixo da língua. Outras vezes sentia-me muito cansada."
            </p>
            <p>
                " Sofria arritmias e descobri que tinha um espessamento das paredes do coração [hipertrofia] e que era isso que provocava a passagem irregular do sangue entre os ventrículos", conta. Na prática, Fortunata Nunes tinha o diagnostico de miocardiopatia hipertrófica e disfunção do nódulo sinusal.
            </p>
            <p>
                "A cirurgia foi simples, com anestesia local e durou menos de uma hora. Não foi de coração aberto, agora é tudo feito através dos computadores", brinca.
            </p>
            <p>
                Antes da operação, Fortunata estava tranquila e a recuperação foi "óptima" Ficou apenas dois dias no hospital.
            </p>
            <p>
                Fortunata, com 75 anos, já foi submetida a várias cirurgias: peito, ânus, tiróide, olhos, varizes e uma histerectomia. "Trabalhei anos e anos na Antiga Fábrica Nacional de Munições e Armas Ligeiras e a primeira vez que fui operada ainda trabalhava", recorda. A colocação do pacemaker foi só mais uma operação.
            </p>
            <p>
                "Sinto-me bem, até acho que o médico me retirou o coração porque nunca mais o senti, nem tenho crises de cansaço nem todo aquele mal - estar que me percorri a o corpo."
            </p>
            <p>
                <b>PERFIL</b>
            </p>
            <p>
                FORTUNATA JOSÉ DA LUZ NUNES completa 75 anos no dia 4 de Junho. É viúva, reformada, avó de dois adultos e vive em Lisboa com um filho.
            </p>
        </div>
        <div class="clear">
              
        </div>
        <div class="dp33">
            <p>
                <b>PERGUNTAS E RESPOSTAS</b>
            </p>
            <br/>
            <p>
                <b>Como é que se implanta um pacemaker no coração?</b>
                Há mais de trinta anos que as cirurgias são de coração fechado. Os médicos acedem ao coração através das veias, introduzindo eléctrodos debaixo da pele e conduzindo-os com fios até ao lado direito do coração.
            </p>
            <p>
                <b>Quanto tempo demora o implante?</b>
                <br/>
                A grande maioria dos implantes demora entre 30 a 60 minutos mas em algumas situações pode levar mais tempo.
            </p>
            <p>
                <b>Que tipo de anestesia é ad¬ministrada aos doentes?</b>
                <br/>
                As cirurgias são realizadas com anestesia local, geralmente com¬plementada com uma ligeira sedação por via oral ao paciente.
            </p>
            <p>
                <b>O que acontece após a cirurgia?</b>
                <br/>
                O paciente vai para a sala de recobro e posteriormente fica na enfermaria. Deverá permanecer cerca de 48 horas no hospital em vigilância.
            </p>
        </div>
        <div class="dp33">
            <p>
                <b>Que tipo de cuidados deve ter um portador de um pacemaker?</b>
                <br/>
                Evitar actividades que provo¬quem o risco de colisão com o aparelho e vigiar regularmente, em consultas médicas, o funcionamento do pacemaker.
            </p>
            <p>
                <b>O portador pode passar no detector de metais?</b>
                <br/>
                Nos aeroportos e em alguns tribunais não deve passar. À luz da legislação, deve apresentar o cartão de portador de pacemaker às autoridades e ser revistado manualmente.
            </p>
            <p>
                <b>Quando nasceu o pacemaker?</b>
                <br/>
                Em 1952 o médico norte-americano Paul Zoll conseguiu reanimar o coração de dois doentes, recorrendo a um instrumento que enviava descargas eléctricas para o coração através do corpo. Um dos doentes sobreviveu me¬nos de uma hora. No entanto, Zoll é considerado o pai do aparelho que salva corações.
            </p>
            <p>
                <b>Em que ano foi realizado o primeiro implante?</b>
                <br/>
                Em 1958, na Suécia, o médico Rune Elmqvist criou um aparelho que foi colocado, numa intervenção de coração aberto, num doente de 43 anos.
            </p>
        </div>
        <div class="dp33" style="background-color: rgb(189, 10, 29);">
            <div style="margin:5px 5px 0 5px; width: 90%;">
                <p>
                    <b>DISCURSO DIRECTO</b>
                </p>
                <p>
                    <b>Virgílio Chambel - Ass. Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDIs</b>
                </p>
                <p>
                    <b>Correio da Manhã - Qual é a missão da Associação Portuguesa de Portadores de Pacemaker?</b>
                    <br/>
                    <b>Virgílio Chambel</b>
                    - A Associação nasceu em 2001 porque havia a necessidade de promover e divulgar questões que se prendem com a utilização destes aparelhos, além do acompanhamento dos portadores e seus familiares.
                </p>
                <p>
                    <b>-Mas quais são os objectivos da Associação?</b>
                    <br/>
                    - Alertar e ajudar na área da prevenção, bem como das soluções terapêuticas a evitar nos portadores e, ao mesmo tempo, promover o bem-estar social e laboral de todos os doentes.
                </p>
                <p>
                    <b>-	Quem é que são os maiores portadores de Pacemakers, homens ou mulheres?</b>
                    <br/>
                    - Será na população mais idosa que existem portadores, no entanto não há estudos estatísticos que indiquem o sexo. Por outro lado, existem pessoas mais jovens com um CDI, que é um cardioversor, ou seja, um pequeno dispositivo que trata as arritmias.»
                </p>
            </div>
        </div>
        <div class="clear">
              
        </div>
        <div class="dp100">
            <a href="docs/Correio%20da%20Manh%C3%A3_29.03.2009WEB2.pdf">documento original</a>
        </div>
        <div class="clear">
              
        </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Encontro Bate bate coração - Coimbra]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=6d2235fe-5f20-4930-941d-c55260cfc1c7#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>27-03-2009</b><br /><p><img height="150" width="122" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/passeio.jpg" alt="Passeio na Quinta das Lágrimas" style="margin-top: 0px; float: left; margin-right: 15px;" />Dia 27 de Março de 2009, decorreu o primeiro encontro da campanha “Bate Bate Coração” na cidade histórica de Coimbra, mais especificamente na Quinta das Lágrimas.</p>
<p>Num ambiente descontraído e convidativo à troca de experiências, realizou-se uma pequena palestra, na voz do Dr. Carlos Morais e do Enfermeiro Luís Filipe Barata, sobre Arritmias como causa de Morte, os Mitos Urbanos existentes na Sociedade, quais os principais receios e dúvidas dos portadores de Pacemakers e CDI’s, a evolução dos dispositivos até aos dias de hoje e muitos outros temas interessantes.</p>
<p>No final desta pequena palestra, houve ainda tempo para um <em>coffee break</em> acompanhado de uma agradável partilha de testemunhos.</p>
<p><a href="programaencontroquintalagrimas.aspx">Programa do encontro</a> e as <a href="videosefotografias.aspx">fotos do evento</a>!<br />]]></description></item><item><title><![CDATA[O dia-a-dia de uma mulher com pacemaker - Prevenir]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=d886fccc-689b-45e8-a7f4-0f2dee11c58e#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-03-2009</b><br /><div class="dp100">
<p>                 AOS 13 ANOS, SUSANA DELGADO TEVE OS PRIMEIROS SINAIS DE QUE O SEU CORAÇÃO NÃO BATIA NO RITMO CERTO E USOU O SEU PRIMEIRO PACEMAKER EXTERIOR. A PARTIR DOS 23, PASSOU A CONVIVER COM ELE DIARIAMENTE. AOS 35 ANOS, JÁ APRENDEU A VIVER COM O PROBLEMA, E ATÉ A BRINCAR COM A SITUAÇÃO, MOSTRANDO COMO LEVA UMA VIDA PERFEITAMENTE NORMAL.             </p>
</div>
<div class="dp66">
<p>                 Tic-tac, tic-tac.. .O coração bate religiosamente como um relógio. Ou assim devia ser. Mas, na verdade, nem sempre o é. Susana Delgado, produtora fotográfica e agente imobiliária, de 35 anos, é uma das muitas pessoas cujo coração não bate no compasso certo, a não ser com a ajuda preciosa e fundamental de um pacemaker (ver caixa). Uma realidade que atinge um grupo muito elevado, de acordo com Carlos Morais, Assistente Graduado de Cardiologia e responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia do Hospital Fernando Fonseca (Amadora/Sintra): "As últimas estatísticas mostram que, em Portugal, como na média dos países Europeus, implantam-se cerca de 400 Pacemakers por ano por milhão de habitantes". Números que nos "assustam", mas que, com a ajuda de testemunhos como o de Susana Delgado, nos ajudam a desdramatizar o problema.              </p>
<p>                 <img height="200" width="150" alt="Susana Delgado" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/susanaDelgadoPrevenir.jpg" />A primeira vez que Susana Delgado percebeu que algo não estava bem foi aos 13 anos, quando teve uma púrpura (vulgarmente denominada como equimoses, manchas roxas, hemorragias de pele, hematomas). No hospital, depois de alguns exames foi-lhe detectado um sopro no coração e, durante a realização de um electrocardiograma. foi encontrado um novo problema: um bloqueio completo. Na altura, foi-lhe, de imediato, colocado um pacemaker exterior. "Estive durante alguns dias com ele mas quando tive alta retiraram-mo. Disseram-me, então, que se tivesse desmaios ou cansaço, devia voltar novamente ao hospital. Na altura e depois de ter feitos vários exames, resolveram não me colocar um pacemaker definitivo", conta Susana Delgado. Essa realidade viria a acontecer alguns anos mais tarde, já com 23 anos, depois de um desmaio matinal, que a obrigou a ser transportada imediatamente para o hospital. Um dia depois, Susana Delgado foi informada da necessidade de colocar um pacemaker o mais breve possível. Foi nesta altura que Susana Delgado foi encaminhada para o Hospital Fernando da Fonseca, onde ficou entregue nas mãos do especialista que a acompanha até hoje (Dr. Carlos Morais). Uma semana depois, a cirurgia estava marcada. "A Susana é portadora de bloqueio aurículo-ventricular congénito, uma situação que ocorre desde o nascimento mas que, muitas vezes, só é detectada mais tarde. A incapacidade de o ritmo cardíaco aumentar de acordo com as necessidades do organismo gera, numa fase inicial, cansaço e tolerância diminuída aos esforços. Depois, tonturas, lipotimias (desmaios) e sintomas e sinais de insuficiência cardíaca. Esta situação é completamente corrigida pela implantação de um pacemaker", explica o especialista.             </p>
<h2>Uma nova vida com o pacemaker</h2>
<p>                 Susana Delgado assume: "A minha primeira reacção foi de pânico, pois sempre tive medo de operações, mas o Dr. Carlos Morais explicou-me como tudo iria ser feito e aí acalmei-me um pouco". Mas não esconde o receio que viveu na véspera da operação: "Nessa noite, chorei muito mesmo, mas acordei com uma calma incrível, pois, afinal, ia ter o meu problema resolvido. Recordo-me de dar entrada na enfermaria e toda eu tremia, pois, infelizmente, nunca estamos preparados para qualquer tipo de Operação, muito menos quando se trata do coração". Apesar de, até então, a sua infância e adolescência não terem sido condicionadas de forma extraordinária ou invulgar, ela sabia que aquela operação ia oferecer-lhe melhor qualidade de vida: "Os médicos disseram-me que, com o pacemaker, não voltaria a ter novamente casos de desmaios, ou cansaço", explica. A intervenção cirúrgica foi feita com anestesia local, o que lhe permitiu estar sempre acordada, à conversa com o Dr. Carlos Morais, podendo colocar-lhe todas as questões e esclarecer todas as suas dúvidas.              </p>
<p>                 O melhor de tudo? Depois da operação, Susana Delgado sentiu que ganhava uma nova vida:"Com o pacemaker já não tinha de ter tanto medo de um dia me sentir mal e não poder pedir ajuda. Foi uma sensação de protecção", confessa. A partir daqui, Susana Delgado foi obrigada a cumprir algumas regras para o resto da vida, com as quais aprendeu facilmente a lidar. A principal é que, quando viaja de avião não pode passar pelo detector e tem de apresentar o seu cartão de portadora de pacemaker.              </p>
<p>                 "De resto, nunca deixei de fazer nada. evito o micro-ondas, mas falo ao telemóvel, pratico exercício, viajo. etc. As pessoas que colocam o pacemaker deviam de ter tanto medo como têm. Afinal, há muitos mitos, mas nós podemos ter uma vida normal como qualquer outra pessoa. Eu vejo-o e sinto-o dessa forma". Quanto a medicação, ela só é necessária quando Susana Delgado tem alguma arritmia (perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos que pode ter consequências fatais quando não tratada). No entanto, e apesar de se considerar uma pessoa optimista, não esconde que o medo de morrer já lhe passou várias vezes pela cabeça, mas assume que esse sentimento não a impediu de seguir em frente e de levar uma vida normal.              </p>
<p>                 "O segredo? Não sei se há algum segredo, acredito é que não nos podemos entregar ao medo de ter um pacemaker. Se olharmos para ele de outra maneira, só temos mesmo e de estar felizes pois o pacemaker é a nossa 'cura'", revela. Desde então, Susana Delgado Já vai no seu terceiro pacemaker, "que tem tido uma duração de mais ou menos de seis anos. e tenho de renovar para sempre",explica. Ao longo destes anos, Susana Delgado tem estado permanentemente a aprender a lidar com esta situação. Quando colocou o primeiro pacemaker, durante alguns dias tinha receio de fazer algum tipo de estorço, mas esse receio acabou por passar depressa, pois sentia-se bem. E é apenas na altura que faz uma cirurgia para colocar um novo pacemaker que se lembra que o tem, uma vez que, nem sequer no banho, ao passar a mão por aquela zona sente a sua presença. "De resto, como costumo dizer a todos os que me rodeiam, sou uma mulher a pilhas! Em 90% do tempo, até me esqueço que o tenho", brinca.             </p>
<h2>0 olhar dos outros e a falta de informação</h2>
<p>                 Susana Delgado diz que nunca se sentiu diferente por ter um pacemaker, mas não esconde que é uma ideia que, às vezes, assusta mais os outros: "Para a grande maioria das pessoas, o simples facto de se ter um pacemaker e um verdadeiro bicho de sete cabeças e associam-no a doenças que nada têm a ver". À sua volta, todos os que a rodeiam estão a par da situação e são eles que, em muitas ocasiões, lhe dizem: "tem cuidado com esse braço pois é onde tens o pacemaker, não faças isto que te pode fazer mal", conta. Para Susana Delgado há já muita informação disponível, mas as pessoas, de uma maneira geral, "só têm curiosidade e vontade de saber mais sobre as doenças cardiovasculares quando têm um problema desses, ou alguém muito próximo delas". Optimista, deixa uma mensagem clara às leitoras que possam estar a viver a mesma situação: "Não tenham receio, pois não é tão complicado como parece e acabamos por nos habituar. E depois vão ver que acabam por brincar com a situação, tal como eu, 'a mulher a pilhas'", ironiza.             </p>
</div>
<div class="dp33" style="text-align: right; margin-top: 0px ! important; padding-top: 0px ! important;">
<div style="width: 210px; text-align: left; background-color: rgb(189, 10, 29); padding-left: 5px; padding-right: 5px;">
<h2>PACEMAKER</h2>
<strong>O que muda na sua vida?</strong>
<p>                     Carlos Morais, responsável pela Unidade de Pacing e Arritmologia do Hospital Fernando Fonseca, esclarece as principais dúvidas sobre este dispositivo.                 </p>
<strong>0 QUE É UM PACEMAKER?</strong>
<p>                     É um dispositivo electrónico que é implantado para ajudar o coração a manter um ritmo regular, corrigindo as bradiarritmias (ritmos cardíacos muito lentos). 0 pacemaker regista continuamente informações sobre o ritmo cardíaco, verificando em particular se o coração está a bater de forma regular ou demasiado lenta. Se estiver a bater com demasiada lentidão, emite pequenos estímulos eléctricos, transmitidos através dos eléctrocateteres, que fazem com que o coração se contraia com a frequência mais adequada                 </p>
<strong>QUEM PRECISA DE PACEMAKER?</strong>
<p>                     Quando o coração é incapaz de gerar ou conduzir estímulos cardíacos que possibilitem a contracção cardíaca a um ritmo eficaz, torna-se necessário implantar um pacemaker. As indicações principais para a implantação de um pacemaker são as bradiarritmias. Elas podem ocorrer por doença da estrutura que gera habitualmente os estímulos cardíacos (doença do nódulo sinusal) ou por perturbação da condução desses estímulos dentro do coração (bloqueios) Já as arritmias cardíacas ocorrem com maior frequência em doentes hipertensos, com doença coronária aterosclerótica, pelo que são mais frequentes nos grupos etários mais avançados. São também a causa mais frequente de morte súbita.                 </p>
<strong>COMO É A VIDA DEPOIS DO PACEMAKER?</strong>
<p>                     0 doente pode retomar a sua actividade habitual cerca de uma a duas semanas após a implantação de um pacemaker. Dai em diante, não tem praticamente qualquer tipo de restrição pelo facto de ter um pacemaker implantado. Eventuais limitações na qualidade de vida estão ligadas, sim, à presença de outras comorbilidades que. obviamente, o pacemaker não corrige, como sejam a hipertensão, a angina, a insuficiência cardíaca ou respiratória etc. podendo no entanto ser um auxiliar importante no seu tratamento, possibilitando que o doente possa tomar certos fármacos que estariam contra-indicados se não tivesse um pacemaker.                 </p>
<strong>IMPLICA ALGUMA LIMITAÇÃO?</strong>
<p>                     A maior parte dos receios associados à implantação de um pacemaker são apenas simples medos ou mitos sem qualquer fundamento. 0 doente pode praticar exercício (deve apenas evitar modalidades desportivas que possam causar danos directos sobre o local onde está implantado), pode utilizar sem qualquer problema qualquer electrodoméstico ou equipamento eléctrico convencional, pode usar um telemóvel desde que o mantenha a mais de 10 cm de distância do pacemaker (basta falar do lado contrário ao local onde está o pacemaker), e pode viajar sem restrições.                 </p>
</div>
<div class="clear">                               </div>
<div style="width: 210px; text-align: left;">                 <br />
<p>                     Por: Ana Mendonça da Fonseca                 </p>
<p>                     Fotografia: Estúdios António J. Homem Cardoso                 </p>
<a href="/docs/Prevenir Março online.pdf">documento original</a>             </div>
</div>
<div class="clear">                       </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Portugueses desvalorizam doenças cardiovasculares - Diário de Aveiro]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=fe49f519-88d9-4bd6-aa12-bcbe0de1ab0a#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>25-02-2009</b><br /><div class="dp100">
<p>                 APESAR DE SEREM A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE SÚBITA, AS ARRITMIAS CARDÍACAS PARECEM NÃO PREOCUPAR A POPULAÇÃO             </p>
</div>
<div class="dp66">
<p>                 Um estudo realizado a nível nacional, divulgado na semana passada, revela que 89 por cento dos portugueses desconhece que as arritmias cardíacas podem ser fatais e apenas uma minoria da população (2,6 por cento) admite espontaneamente estar preocupada com esta doença.             </p>
<p>                 Esta é uma das conclusões resultantes de um estudo nacional pioneiro sobre arritmias, levado a cabo pelo Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), a Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE) e a Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI' s (APPPC).             </p>
<p>                 A investigação, levada a cabo pela Spirituc, demonstra também que 39,3 por cento dos portugueses não reconhece qualquer sintoma das arritmias cardíacas, apesar da maioria da população (81,6 por cento) afirmar que já ouviu falar desta doença. O estudo indica, ainda, que a dor súbita e intensa na zona do peito é o principal motivo que levaria os portugueses a recorrer a um cardiologista (40,5 por cento), logo seguido pelas dificuldades respiratórias (18,3 por cento). As palpitações ou batimentos cardíacos estranhos são apenas o terceiro motivo para uma eventual consulta a um especialista (17 por cento).             </p>
<p>                 De acordo com Daniel Bonhorst, presidente do IPRC, "os resultados do estudo demonstram que existe uma falta de informação grave e que o público em geral desconhece os riscos das arritmias cardíacas, a principal causa de morte súbita. É preocupante saber que os portugueses não têm a percepção da relação entre os problemas de ritmo cardíaco e as suas consequências fatais".             </p>
<p>                 De facto, quase metade dos portugueses (45,5 por cento) associa a morte súbita ao enfarte do miocárdio, seguido dos AVC's (23,2 por cento), ou insuficiência cardíaca (11,9 por cento), sendo que apenas 5,4 por cento a relaciona com as arritmias cardíacas.             </p>
<p>                 O estudo pioneiro indica também que as doenças cardiovasculares são consideradas pelos portugueses como a quarta doença mais grave (10,2 por cento), depois do cancro (54 por cento), da doença de Alzheimer (14,4 por cento) e do HIV/Sida (14 por cento). Apesar de ser a primeira causa de mortalidade em Portugal, apenas um em cada dez portugueses elege as doenças cardiovasculares como sendo as doenças mais graves no contexto de outras patologias.             </p>
<h2>"Pacemakers" e desfibrilhadores</h2>
<p>                 Relativamente aos dispositivos médicos cardíacos, os portugueses demonstram ter um bom conhecimento sobre "pacemakers", já que sete em cada dez portugueses já ouviu falar deste dispositivo cardíaco implantável. No entanto, apenas 13,8 por cento dos portugueses já ouviu falar em desfibrilhadores, um dispositivo que permite controlar os ritmos rápidos do coração e prevenir a morte súbita             </p>
<p>                 Por outro lado, a grande maioria dos portugueses que já ouviu falar de dispositivos médicos cardíacos (76,7 por cento) não sabe se existem actividades proibidas aos portadores de "pacemaker" ou desfibrilhador, enquanto 14 por cento afirma que existem actividades que um portador não deve realizar, entre as quais, fazer esforços físicos ou de alta competição (10,6 por cento), utilizar os aparelhos eléctricos domésticos (1,4 por cento), utilizar o telemóvel (0,8 por cento) ou viajar de avião (0,5 por cento). Apenas 9,3 por cento dos portugueses considera que não existe qualquer restrição.             </p>
<p>                 De acordo com o comunicado emitido, os resultados deste estudo comprovam a necessidade de intervenção na comunidade geral, de forma a clarificar mitos e verdades sobre as arritmias cardíacas, permitindo o desenvolvimento de estratégias de prevenção da morte súbita.             </p>
<p>                 Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências fatais quando não tratada. Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade. Como muitas vezes as arritmias não provocam sintomas, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos. A falta de informação é um dos principais factores que pode levar à morte inesperada, repentina e não acidental, conhecida como morte súbita.             </p>
</div>
<div class="dp33" style="text-align: right; margin-top: 0px ! important; padding-top: 0px ! important;">
<div style="width: 210px; text-align: left; background-color: rgb(189, 10, 29);">
<h2>"Bate, bate coração" faz o alerta</h2>
<p>                     A campanha "Bate, bate coração" é uma iniciativa inédita em Portugal, apadrinhada pelo fadista Carlos do Carmo (ele próprio portador de "pacemaker" que visa sensibilizar a população em geral para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes, explica Carlos Morais, coordenador nacional da campanha                 </p>
<p>                     A iniciativa envolverá as hospitais de referência nesta especialidade, com a distribuição de material informativo e acções de esclarecimento aos utentes, e contará com a realização de encontros de doentes, a, nível nacional, abertas ao público em geral.                 </p>
<p>                     Em Maio, para assinalar o mês do coração, está prevista a realização da primeira caminhada de portadores de "pacemakers/desfibrilhadores e a organização de um colóquio sobre arritmias e o desporto, entre outras iniciativas.                 </p>
</div>
<div class="clear">                               </div>
<div style="width: 210px; text-align: left; background-color: rgb(189, 10, 29);">
<h1>FICHA TÉCNICA </h1>
<p>                     <strong>Responsável pela investigação</strong>: Spirituc-Investigação Aplicada;                 </p>
<p>                     <strong>Amostra</strong>: 771 pessoas, com mais de 18 anos, de ambos os géneros, residentes em território continental;                 </p>
<p>                     <strong>Margem de erro</strong>: 3,46 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.                 </p>
</div>
<div class="clear">                               </div>
<div style="width: 210px; text-align: left;">                 <a href="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/Diário-de-Aveiro72dpi.jpg">documento original</a>             </div>
</div>
<div class="clear">                       </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Campanha "Bate, bate coração" alerta população para os riscos e formas de prevenção - Diário de Coimbra]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=93ed5b6f-5048-4066-814f-4e328e076adb#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>24-02-2009</b><br /><div class="dp100">
<p>                 A ESMAGADORA MAIORIA DOS PORTUGUESES NÃO SABE QUE AS ARRITMIAS PODEM CONDUZIR À MORTE. O INSTITUTO PORTUGUÊS DO RITMO CARDÍACO (IPRC), A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ARRITMOLOGIA, PACING E ELECTROFISIOLOGIA (APAPE) E A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PORTADORES DE PACEMAKERS E CDI' S (APPPC) DIVULGARAM RECENTEMENTE OS RESULTADOS DE UM ESTUDO NACIONAL PIONEIRO QUE REVELA QUE 89 POR CENTO DOS PORTUGUESES NÃO SABE QUE AS ARRITMIAS CARDÍACAS PODEM SER FATAIS E QUE APENAS UMA MINORIA DA POPULAÇÃO (2,6 POR CENTO) ADMITE ESPONTANEAMENTE ESTAR PREOCUPADA COM ESTA DOENÇA.             </p>
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<div class="dp66">
<p>                 A investigação revela que 39,3 por cento dos portugueses não reconhece qualquer sintoma das arritmias cardíacas, apesar da maioria da população (81,6 por cento) afirmar que já ouviu falar desta doença. O estudo indica ainda, que a dor súbita e intensa na zona do peito é o principal motivo que levaria os portugueses a recorrer a um cardiologista (40,5 por cento), logo seguido pelas dificuldades respiratórias (18,3 por cento). As palpitações ou batimentos cardíacos estranhos são apenas o terceiro motivo para uma eventual consulta a um especialista (17 por cento).             </p>
<p>                 Para Daniel Bonhorst, presidente do IPRC, "os resultados do estudo demonstram que existe uma falta de informação grave e que o público em geral desconhece os riscos das arritmias cardíacas, a principal causa de morte súbita". É preocupante "saber que os portugueses não têm a percepção da relação entre os problemas de ritmo cardíaco e as suas consequências fatais", refere.             </p>
<p>                 De facto, quase metade dos portugueses associa a morte súbita ao enfarte do miocárdio, seguido dos AVC' s ou insuficiência cardíaca, sendo que apenas 54 por cento a relaciona com as arritmias cardíacas.             </p>
<h2>Clarificar mitos e verdades</h2>
<p>                 Os resultados deste estudo comprovam a necessidade de intervenção na comunidade, de forma a clarificar mitos e verdades sobre as arritmias cardíacas, permitindo o desenvolvimento de estratégias de prevenção da morte súbita. Por esta razão, foi implementada a campanha "Bate, bate coração", apadrinhada pelo fadista Carlos do Carmo, ele próprio portador de pacemaker.             </p>
<p>                 Sensibilizar a população em geral para as arritmias cardíacas, educar sobre os seus riscos e esclarecer sobre os meios de diagnóstico e tratamentos existentes são os objectivos, explica o Dr. Carlos Morais, coordenador nacional da campanha que envolverá os hospitais de referencia no tratamento de arritmias e contará com distribuição de material informativo e encontros abertos ao público.             </p>
<p>                 Em Maio, e para assinalar o mês do Coração, está prevista a realização da 1.a caminhada de portadores de pacemakers/desfibrilhadores e a organização de um colóquio sobre arritmias e o desporto, entre outras iniciativas. Mais informações estão em www.batebatecoracao.com.              </p>
</div>
<div class="dp33" style="text-align: right; margin-top: 0px ! important; padding-top: 0px ! important;">
<div style="width: 210px; text-align: left; background-color: rgb(189, 10, 29); padding-left: 5px; padding-right: 5px;">
<h2>Arritmia: 0 que é, quais os sintomas?</h2>
<p>                     Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíacos e pode ter consequências atais quando não tratada Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade Como muitas vezes as arritmias não provocam sintomas, grande parte da população em geral desconhece os seus riscos. A falta de informação é um dos principais factores que pode levar à morte inesperada, repentinas não acidental, conhecida como morte súbita.                 </p>
</div>
<div class="clear">                               </div>
<div style="width: 210px; text-align: left;">                 <a href="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/Diário-de-Coimbra72dpi.jpg">documento original</a>             </div>
</div>
<div class="clear">                       </div>]]></description></item><item><title><![CDATA[Portugueses desconhecem causas e consequências de arritmias - Tempo medicina]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=1318635b-8bc3-487f-955d-6c5b8109b4a4#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>23-02-2009</b><br />"OS PORTUGUESES SABEM MUITO POUCO DE ARRITMIAS E AINDA MENOS SOBRE A SUA GRAVIDADE", AFIRMOU CARLOS MORAIS, COORDENADOR NACIONAL DA CAMPANHA "BATE, BATE CORAÇÃO", APÓS A DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE UM INQUÉRITO REALIZADO TELEFONICAMENTE, EM DEZEMBRO PASSADO, SOBRE O CONHECIMENTO DOS CIDADÃOS ACERCA DESTA PROBLEMÁTICA
<p>Os dados foram apresentados no passado dia 17, em conferência de Imprensa realizada em Lisboa e promovida pelo Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), pela Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE) e pela Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI (APPPC).  Ficou então esclarecido que "89% dos portugueses não sabem que as arritmias cardíacas podem ser fatais" (ver gráfico), enquanto apenas "2,6% admitem espontaneamente estar preocupados com estas doenças".</p>
<p>Segundo Daniel Bonhorst. presidente do IPRC. "os resultados do estudo demonstram que existe uma falta de informação grave e que o público em geral desconhece os riscos das arritmias cardíacas, a principal causa de morte súbita". Os números corroboram a tese: "45,5% associam a morte súbita ao enfarte do miocárdio, seguido dos AVC (23.2%) ou insuficiência cardíaca (11.0%), sendo que apenas 5,4% a relacionam com as arritmias cardíacas".</p>
<p>O mesmo estudo realizado para aquelas entidades pela empresa Spirituc revela que 39,3% dos inquiridos "não reconhecem qualquer sintoma das arritmias cardíacas", explicou Vítor Cavaco, o sociólogo responsável pelo trabalho, acrescentando que 81,6% "já ouviram falar desta doença". No entanto, os portugueses admitem só recorrer a um cardiologista se sentirem dor súbita e intensa na zona do peito (40,5%).</p>
<p>A investigação também demonstra que  10,2% dos portugueses colocam, em termos de gravidade, as chamadas doenças cardiovasculares em quarto lugar, depois do cancro (54%), da doença de Alzheimer (14,4%) e do VIH/sida (14%). Conclui-se que apesar de serem a primeira causa de morte em Portugal, apenas um em cada 10 portugueses elege as doenças cardiovasculares como sendo as mais graves, comparativamente com outras patologias.</p>
<p>Relativamente aos dispositivos médicos cardíacos, "sete em cada 10 portugueses já ouviram falar de pacemakers" e 13,8%dedesfribrilhadores.Cerca de 77% não sabem se existe alguma actividade proibida aos portadores de pacemaker ou desfibrilhador, mas 14% consideram que esforços físicos ou alta competição, utilizar o telemóvel e aparelhos eléctricos domésticos ou viajar de avião devem ser actividades a evitar.</p>
<div class="dp100">
<div class="dp50">
<h2>"Bate, bate coração"</h2>
<p>Os resultados divulgados revelam a necessidade de esclarecer a população sobre as arritmias cardíacas, "permitindo o desenvolvimento de estratégias de prevenção da morte súbita". Neste sentido, o IPRC, a APAPE e a APPPC lançaram a iniciativa "Bate, bate coração", com informação disponível on-line em www.batebatecoracao.com. As acções da campanha vão contar com a intervenção de diversos hospitais e constam, essencialmente, de distribuição de informação à comunidade, sessões de esclarecimento e encontros com doentes. Para Maio - Mês do Coração - está prevista a realização da primeira caminhada de pacemakers/desfribrilhadores, sendo que o ponto alto da campanha será o jantar/concerto, que terá lugar no dia 18 de Junho, no Centro Cultural de Belém. Neste evento actuará o fadista Carlos do Carmo, que como outras figuras públicas apadrinha a iniciativa e é, também ele, portador de pacemaker.</p>
</div>
<div class="dp50">
<p><img height="125" width="250" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/VitorCavaco.jpg" alt="Vitor Cavaco" /><br />
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No estudo apurou-se que 39,3% dos inquiridos "não reconhecem qualquer sintoma das arritmias cardíacas", explicou Vítor Cavaco, acrescentando que 81,6% "já ouviram falar destas doenças"</p>
</div>
</div>
<p>Texto: Liliana Fernandes; <em>in</em> Tempo Medicina</p>
<a href="/docs/PRIMEIRO-CADERNO-PAG-22.pdf">documento original</a>]]></description></item><item><title><![CDATA[Maioria desvaloriza problemas de coração - JN]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=b92757dd-2ee2-4a61-af85-3b19261e11b0#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>18-02-2009</b><br /><p>FALTA DE INFORMAÇÃO CONTRIBUI PARA A ELEVADA TAXA DE MORTALIDADE ASSOCIADA AO CORAÇÃO</p>
<p>Apenas um em cada 10 portugueses considera as doenças cardiovasculares como a patologia mais grave que existe, o que significa que apenas um décimo tem consciência de que são a primeira causa de morte em Portugal...</p>
<p><a href="http://www.batebatecoracao.com/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/Jornal-de-Notícias_18.02.20.jpg">documento original</a><br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Arritmias são principal causa de morte súbita - 24 Horas]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=592135f2-c3d3-4496-872e-4fd932fc9b34#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>18-02-2009</b><br /><p>             MAIORIA DOS PORTUGUESES DESCONHECE SINTOMAS E DESVALORIZA A DOENÇA.         </p>
<p>             Apesar de existirem alguns factores de risco, a verdade é que qualquer pessoa sem problemas de coração pode sofrer de arritmias. Palpitações e desmaios sem razão são sinais de alerta.         </p>
<p>             A maior parte dos portugueses já ouviu falar de arritmias (alteração do batimento cardíaco para variações mais lentas ou mais rápidas), mas não sabe que são elas as principais responsáveis pelas mortes súbitas. Apesar de existirem alguns grupos de risco, a verdade é que este é um problema que pode atingir qualquer um. E como o conhecimento é pouco, os sintomas são desvalorizados.         </p>
<p>             "Qualquer pessoa pode ter uma arritmia, mas existem alguns factores de risco, como a doença coronária, enfartes, angina de peito ou acidentes vasculares cerebrais. Mas a verdade é que pode não ter nada disto e sofrer uma arritmia", disse Daniel Bonhorst, do Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), durante a apresentação de uma campanha que visa alertar a população para este problema.         </p>
<p>             Segundo um inquérito promovido por várias associações, cerca de 89 por cento das pessoas desconhece que as arritmias podem levar à morte súbita. A situação torna-se ainda mais grave quando se sabe que metade das mortes cardíacas são provocadas por arritmias.         </p>
<p>             "As doenças cardiovasculares aparecem desvalorizadas, entre outras como a sida ou o cancro, e as arritmias não surgem como especial motivo para ir ao médico", referiu Vítor Cavaco, responsável pela apresentação da pesquisa efectuada por várias associações ligadas ao tema.         </p>
<p>             "Bate Bate Coração" é o nome da campanha, que tem como padrinho o fadista Carlos do Carmo, que pretende alertar a população e os médicos para o problema. Mas deve desde já ficar atento a alguns sinais que o devem levar ao médico. "As queixas mais frequentes são palpitações, desmaio ou sensação de desmaio sem razão aparente", explicou Daniel Bonhorst.         </p>
<p>             Os médicos de família têm aqui um papel muito importante, se estiveram bem informados. "Acredito que estão sensibilizados para a questão, mas podem não estar suficientemente esclarecidos sobre as terapêuticas a aplicar. A prevenção para a morte súbita depende da estratégia deles: avançar o mais rápido possível", alertou Carlos Morais, médico cardiologista.          </p>
<p>         	Texto: Ana Maia; <em>in</em> 24 Horas<br />
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<a href="/docs/24 Horas_18.02.pdf">documento original</a>             <br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Pacemaker aos 20 anos - Um amigo para o resto da vida - Boa Forma]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=9d917520-ff57-406f-aaba-a4147c260cee#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>14-02-2009</b><br /><p>             DESPORTISTA NATA, CARLA ROCHA TEM UMA "PILHA NO CORAÇÃO", MAS ISSO NÃO A FAZ PARAR. ALEGRE, EM PLENO TREINO, ARRASA COM TODOS OS MITOS.          </p>
<p>             O amor pelo desporto foi sempre grande. Hoje, pratica musculação e cardiofitness, em média, quatro a cinco vezes por semana, com treinos de uma hora e meia a duas horas. Para trás fica-ram todas as modalidades body training systems e quatro anos de natação. Carla Rocha, de 25 anos, técnica de cardiopneu-mologia, tem um pacemaker, mas o que é normalmentc conhecido por pilha no coração não lhe faz qualquer diferença no seu quotidiano. "O pacemaker não é um bicho!" - esclarece Carla Rocha. "É um amigo para o resto da vida, com o qual se pode contar sempre, e podemos fazer a existência normal", acrescenta.          </p>
<p>             <img height="200" width="150" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/Carla-Rocha---Artigo-Boa-Fo.jpg" alt="Carla Rocha" />Tudo começou quando Carla Rocha tinha apenas 15 anos. "Foi-me diagnosticado um bloqueio auriculoventricular completo, o que estava na origem das muitas tonturas que tinha", recorda. Daí em diante, os sintomas deste problema de saúde congénito tornaram-se mais fortes e frequentes, com palidez, cansaço e tendência para desmaios. Um dia teve de correr ao encontro do seu médico... "Senti--me mesmo muito mal e fui ter com o doutor Carlos Morais, porque já estava numa fase em que andava a desmaiar pelos cantos", relembra. A colocação do pacemaker era inadiável e teria de ser realizada o mais breve possível. A operação foi marcada para a semana a seguir. Aos 20 anos, Carla Rocha encarou a operação sem grande dramatismo, tanto mais que, na altura, já estudava anatomia patológica, no primeiro ano da faculdade. "Meta lá a pilha! Não há problema nenhum e venho cã para a semana", disse. No entanto, confessa que sempre pensou que o pacemaker "seria uma coisa para velhinhos e só para pôr aos 80 anos". Após a cirurgia, esteve 24 horas imobilizada, em repouso absoluto, sem poder fazer qualquer esforço. Depois, foram perto de dois meses de adaptação física ao pacemaker. Quando terminou o período de recuperação da cirurgia, Carla Rocha recuperou também a sua vida, mas com mais qualidade. "Já não tinha cansaço, tonturas e palidez, nem aquele aspecto de doente, sempre com as mãos muito frias", recorda. Nesse mesmo ano, começou a praticar natação e regressou à normalidade nos seus estudos na faculdade. "A partir daí, tive uma vida normal e já andava toda 'acelerada'", acrescenta. A nível de cuidados, Carla Rocha refere que apenas nào pode fazer ressonância magnética, uma das principais contra-indicaçòes para os portadores de pace- maker. "Fora isso, o Mundo é meu!" - afirma, deixando escapar um sorriso.          </p>
<table width="100%" cellspacing="5" cellpadding="5" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td style="vertical-align: top;">
            <h2><em>"Nem me lembro dele"</em></h2>
            <p>                         Carla Rocha aproveitou para deixar alguns conselhos, face aos mitos que existem sobre o pacemaker. "Esta é uma oportunidade para poder informar as pessoas que ter pacemaker não é um bicho-de-sete-cabeças e não é aquela coisa do 'ai, tenho uma pilha'. Acho que é sempre importante as pessoas perceberem que realmente têm uma vida muito melhor depois da operação. No meu dia-a-dia, não me lembro que tenho o pacemaker, nem sequer sei que ele existe, a não ser quando estou a brincar com alguém. Nem mesmo quando estou a fazer exercício."                      </p>
            </td>
            <td style="vertical-align: top;">
            <h2>ACOMPANHAMENTO REGULAR</h2>
            <p>                         As consultas regulares de acompanhamento realizam-se de seis em seis meses, para testes e, caso necessário, novas programações do pacemaker. No entanto, a disponibilidade médica é total. "Se sentir algo diferente, sei que, se lhes telefonar, são logo os primeiros a dizer para ir lá no dia seguinte, porque não há problema. Nesse aspecto, tenho uma equipa mesmo muito boa no Hospital Ama-dora-Sintra. São uns queridos."                      </p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p><a href="/docs/Carla Rocha - Artigo Boa Forma.pdf">documento original</a><br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[CDIs previnem MORTE SÚBITA - Performance]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=beb6c2af-ce8c-4064-8434-2ae9bedf73db#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>05-02-2009</b><br /><p>            <strong>Susana Barragan</strong> <em>in</em>             "Performance"         </p>
<p>             PRÓPRIO PARA CARDÍACOS. É UM APARELHO PEQUENO E APARENTEMENTE SIMPLES, MAS PODE SALVAR VIDAS. EM PORTUGAL SÃO CADA VEZ MAIS OS PORTADORES DE CARDI0VERS0RES DESFIBRILHAD0RES IMPLANTÁVEIS.         </p>
<p>             <img height="203" width="150" src="/ImageHandler.ashx?UploadedFile=true&pg={0}&image=http://www.batebatecoracao.com:80//App_Data/UserImages/Image/CDI.jpg" alt="Diagrama CDI" />Subitamente, o coração pára de bater. Ou bate descompassado. Ou demora-se entre cada contracção. As irregularidades do ritmo cardíaco estão entre as mais comuns das doenças cardiovasculares, a primeira causa da morte entre homens e mulheres. Nem sempre existem antecedentes clínicos: os batimentos cardíacos irregulares isolados podem ocorrer em pessoas saudáveis como em doentes e a morte súbita em atletas em excelente forma física já não é um fenómeno raro.         </p>
<p>             Um coração saudável bate mais de 100 mil vezes por dia, em resposta a um sinal eléctrico controlado internamente; se este sinal se altera, o coração pode bater mais lento (bradicardia), muito rápido (taquicardia) ou "saltar" um batimento (extra-sístoles). As irregularidades do ritmo cardíaco podem prejudicar a circulação sanguínea e a irrigação de órgão vitais como o cérebro ou os pulmões. Quando o ritmo cardíaco ultrapassa os 300 batimentos por minuto acontece o que clinicamente se designa por fibrilhação ventricular, uma sucessão descoordenada de contracções ventriculares muito rápidas, provocadas por impulsos eléctricos caóticos. Este trabalho excessivo sobrecarrega o coração e é totalmente ineficaz: durante uma fibrilhação ventricular o coração não consegue bombear sangue e não há circulação, batimento cardíaco ou tensão arterial. É a situação a que mais se assiste nos ecrãs do cinema ou na televisão: aquela em que o pessoal de emergência se reúne de volta do paciente e o tenta reanimar com choques eléctricos, através de um desfibrilhador. A desfibrilhação é a única forma de fornecer um impulso eléctrico com intensidade suficiente para interromper a arritmia e restabelecer o ritmo cardíaco. Se uma paragem súbita acontecer fora de ambiente hospitalar, as probabilidades de uma reanimação com sucesso são muito baixas. 0 ideal seria que se conseguisse identificar todos os indivíduos em risco e muni-los de um dispositivo de reanimação... portátil.         </p>
<h2>0 QUE E UM CARDIOVERSOR DESFIBRILHADOR IMPLANTÁVEL(CDI)?</h2>
<p>             É um aparelho muito pequeno, do tamanho de uma caixa de fósforos, semelhante a um pacemaker cardíaco, composto por um gerador de impulsos e eléctrodos. O primeiro é implantado debaixo da pele, na zona do músculo torácico, e os eléctrodos são inseridos numa veia até ao coração. O CDI tem a capacidade de reconhecer irregularidades no ritmo cardíaco e corrigi-las, prevenindo paragens cardíacas. O aparelho tem uma vida útil de 5-7 anos, após o que se deve substituir a bateria através de uma nova intervenção.         </p>
<h2>COMO FUNCIONA UM CDI?</h2>
<p>             Como um computador. Recolhe informação sobre o ritmo cardíaco a partir dos eléctrodos e regista todas as irregularidades na forma de um electrograma (EGM). Se reconhecer uma arritmia, o CDI começa por emitir pequenos impulsos de estimulação ao coração, o que é suficiente em 90% dos casos. Se não for, o aparelho emite um único impulso eléctrico intenso - choque eléctrico -, estimulando totalmente o músculo do coração em simultâneo e reiniciando o ritmo normal. Uma espécie de "restart" ao sistema cardíaco.         </p>
<h2>QUEM PRECISA DE USAR?</h2>
<ul>
    <li>                 Doentes que já tiveram uma paragem cardíaca e necessitaram reanimação;             </li>
    <li>                 Doentes com taquicardia ventricular não controlada por medicamentos;             </li>
    <li>                 Doentes com insuficiência cardíaca e deficiente função ventricular;             </li>
    <li>                 Doentes com danos no músculo cardíaco devido a um ataque cardíaco anterior, com deficiente função ventricular;             </li>
    <li>                 Doentes com risco acrescido de sofrerem de arritmias, baseado em situações de doença familiar/ hereditária ou em estudos electrofisiológicos do coração.             </li>
    <li>                 Outros casos individuais recomendados pelo médico.             </li>
</ul>
<h2>OS PORTADORES DE CDI PODEM PRATICAR ACTIVIDADE FÍSICA?</h2>
<p>             Um dos objectivos do CDI é exactamente permitir que o doente volte a ser activo. As tarefas diárias podem ser executadas sem problemas -em casa, no trabalho, em lazer, na vida sexual. Caminhar, andar de bicicleta, praticar natação são actividades que depois do CDI podem ser executadas com segurança. Recomenda-se a prática de actividade física, ligeira a moderada, à excepção de desportos que envolvam contacto físico. Algumas actividades devem ser evitadas (por exemplo escalada, mergulho, conduzir em alguns casos), na eventualidade de um desmaio colocar em risco a vida do doente ou de terceiros.         </p>
<h2>MARCAR PASSO COM CDI</h2>
<p>             Quarenta e cinco minutos depois do início, o médico João de Sousa informa a equipa que a intervenção foi concluída com sucesso. Para além do cardiologista, são duas as técnicas de saúde que acompanham a cirurgia no 8o piso do Hospital de Santa Maria. À cabeceira, a enfermeira confirma com o doente: "Custou muito?" "Nada. Um parto deve ser pior", responde o aliviado Firmino Caldeira, de 72 anos. A Performance assistiu a uma cirurgia de implantação de um cardioversor desfibrilhador, um dos cerca de 720 que, por ano, são colocados em Portugal. O aparato do nome esconde uma cirurgia simples, quase de rotina, com um pós-operatório relativamente rápido. Firmino Caldeira esteve sempre acordado durante a operação (a anestesia é feita localmente, na zona da incisão) e teve alta no dia seguinte, sem mais complicações. O enfarte sofrido há 12 anos colocou o militar na reserva na lista de candidatos para receber um CDI. "O doente tinha um historial clínico de risco, com a função cardíaca comprometida" explica João de Sousa, responsável pelo Laboratório de Electrofisiologia do Hospital de Santa Maria, alguns minutos após a intervenção. "Os medicamentos não são suficientemente eficazes e as complicações da cirurgia são mínimas, por isso esta é a melhor alternativa para prevenir a morte súbita", contínua o cardiologista. A taxa de implantação em Portugal (60 por milhão de habitantes), ainda longe da média europeia, tem vindo a crescer desde que se publicaram estudos a demonstrar o benefício da implantação do CDI e as recomendações internacionais que comprovam a eficiência do aparelho na profilaxia primária da morte súbita - que mata, anualmente, cerca de 450 mil pessoas na Europa. Apesar do custo - um aparelho pode custar entre 15 a 40 mil euros, "o CDI tem uma relação custo-eficácia razoável, reduzindo a mortalidade em 20%", sublinha o clínico. <br />
</p>
<p><a href="/docs/performance.pdf">documento original</a><br />
</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[Choques que podem salvar vidas - Destak]]></title><link><![CDATA[http://www.batebatecoracao.com:80//Default.aspx?pg=ae9ee8c5-0621-4087-8fb8-876e05fbf31c&detail=73ee1e4c-a7eb-462f-9398-a27772b343e7#139d13ae-1c38-4d5a-9d74-45cfdfcf012b]]></link><description><![CDATA[<b>03-12-2008</b><br /><p>         «É o seu coração a cantar. Canta bem?» A pergunta não tem resposta. Carla Bogalho, enfermeira, não sai da cabeceira de Firmino Caldeira, 72 anos, que, deitado na mesa de operações, acompanha de olhos bem apertos a implantação de um desfibrilhador, também conhecido como CDI (Cardioversor Desfibrilhador Implantável).     </p>
<p>         O enfarte que sofreu, sem aviso, há 12 anos, não lhe alterou muito a vida, mas colo-cou-o em risco de uma arritmia ventricular, que não poucas vezes resulta em morte súbita. É para a evitar que a equipa de cardiologia de intervenção do Hospital Santa Maria, em Lisboa, lança mãos à obra.     </p>
<p>         A intervenção repete-se, em Portugal, entre 80 e 100 vezes por ano. Uma taxa de implantação que, segundo João de Sousa, cardiologista especialista em electrofisiolo-gia e presidente da Associação Portuguesa de Arrit-mologia, Pacing e Electrofi-siologia, fica muito aquém da média europeia - 200. «É verdade que colocamos menos aparelhos nos doentes e isso tem também a ver com o poderio dos países e com a organização dos cuidados de saúde», avança ao Destak.     </p>
<p>         Ao todo, são 14 os centros que, no País, fazem este tipo de implantes. Uma intervenção considerada simples. E simples foi também como Firmino Caldeira a descreveu. «Não doeu nada», conta. «E agora já posso jogar futebol outra vez.»     </p>
<h2>Caminho até ao coração</h2>
<p>         O desfibrilhador é muito parecido com um pacemaker cardíaco. Composto por um gerador de impulsos, pelos eléctrodos e por um sistema programável, é implantado por fases. Primeiro, o médico faz uma pequena incisão na zona do peito. É através dela que, por meio de uma veia, o cateter vai chegar ao coração.     </p>
<p>         O caminho até ao músculo que comanda a vida é seguido através de raios X, que dão ao médico a exacta localização do pequeno fio, de três milímetros de diâmetro. João de Sousa não precisou de fazer muitas tentativas. Foi logo à primeira que atingiu a região certa do coração de Caldeira.     </p>
<p>         O passo seguinte é fazer uma espécie de bolsa onde será colocado o gerador. Céu Barreiros, técnica de serviço no bloco, explica como se faz. «O médico vai descolar a pele, na zona do músculo torácico, e será nela que se vai colocar o aparelho.»     </p>
<p>         A enfermeira volta a entrar em cena na hora de testar o CDI e verificar que tudo está no sítio certo. A conversa flui, animada, mas chegou o momento de colocar o doente a dormir. «Descontraia, deixe chegar o sono», aconselha a enfermeira Carla Bogalho.     </p>
<p>         Na parede, o relógio marca 10h20 e, ao som da música de Rui Veloso, o coração do doente é forçado a ter aquilo que os médicos querem evitar com o implante: uma arritmia. O teste ao aparelho termina com um choque. Os 30 joules sacodem violentamente Firmino Caldeira, agora adormecido. O coração volta ao normal, sinal de que tudo correu bem. É hora de fechar.     </p>
<p>         «Custou muito?» A pergunta da enfermeira tem, desta vez, resposta. «Nada. Um parto deve ser bem pior!»      </p>
<table width="100%" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td>
            <h2>QUANDO 0 CORAÇÃO BATE FORA DO RITMO</h2>
            <p>                     «A arritmia existe porque há uma alteração nas células do coração», revela o cardiologista João de Sousa. A arritmia cardíaca é o nome genérico dado a vários problemas que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos. Em alguns casos, os doentes podem perder os sentidos, sendo necessário uma reanimação imediata com recurso a uma aparelho que administra choques eléctricos: o desfibrilhador, que pode ser exterior ou então implantado no peito dos doentes.                 </p>
            </td>
            <td>
            <h2>PORMENORES CIRÚRGICOS</h2>
            <strong>RISCOS</strong>
            <p>                     Como todas as cirurgias, também esta comporta riscos, desde as infecções, passando pelas hemorragias, até à perfuração do coração ou pulmão. Mas, garante o médico, esta «é uma técnica segura. A mortalidade na altura do implante é de 1% e as complicações não chegam a 5%>.                 </p>
            <strong>CANDIDATOS</strong>
            <p>                     Quem sofrer de arritmia ventricular com causa reversível não é candidato ao implante. E não o são também os que sofrem de problemas que resultam do efeito de medicamentos ou quem tenha arritmias incessantes. «O doente tem ainda de ter estabilidade em termos psicológicos», explica João de Sousa «Porque os choques são dolorosos e surgem de modo inesperado, o que causa, numa percentagem reduzida, uma síndroma depressiva^                 </p>
            <strong>CUSTOS</strong>
            <p>                     Se um modelo mais simples pode ir de 15 a 20 mil euros, já o mais complexo chega aos 35 mil euros. Números que fazem desta uma intervenção cara. «Mas vale a pena», refere o médico, «já que reduz a mortalidade esperada em 20%.s                 </p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p>         Carla      </p>
<p> 	Carla Marina Mendes <em>in</em> Destak<br />
<a href="/docs/Destak_03.12.pdf">documento original</a><br />
</p>]]></description></item></channel></rss>